Ursacol
Tópicos:
Para que serve
Este medicamento é indicado para doenças hepatobiliares (doenças do fígado e vias biliares) e colestáticas crônicas nas seguintes situações:
- Dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase ou coledocolitíase sem colangite ou colecistite por cálculos não radiopacos com diâmetro inferior a 1,5 cm, que recusaram a intervenção cirúrgica ou apresentam contraindicações para a mesma, ou que apresentam supersaturação biliar de colesterol na análise da bile colhida por cateterismo duodenal;
- Tratamento da forma sintomática da cirrose biliar primária;
- Litíase residual do colédoco (pedra residual no canal da vesícula biliar) ou síndrome pós-colecistectomia (formação de novas pedras após cirurgia das vias biliares);
- Dispepsia (sintomas como dor abdominal, azia e sensação de estômago cheio) na vigência de colelitíase ou pós-colecistectomia (doenças da vesícula biliar, com ou sem cálculos, e pós-operatório de cirurgia da vesícula biliar);
- Discinesias (alterações do funcionamento) de conduto cístico ou da vesícula biliar e síndromes associadas;
- Hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia (alterações lipêmicas por aumento do colesterol e/ou triglicérides);
- Terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea (dissolução de cálculos biliares por ondas de choque) para a dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase;
- Alterações qualitativas e quantitativas da bile (colestases), inclusive profilaxia dos cálculos biliares após cirurgia bariátrica ou rápida perda ponderal (devido à supersaturação do colesterol).
Como funciona
Ursacol contém como princípio ativo o ácido ursodesoxicólico, um ácido biliar fisiologicamente presente na bile humana, embora em quantidade limitada. O ácido ursodesoxicólico inibe a síntese hepática do colesterol e estimula a síntese de ácidos biliares, restabelecendo assim o equilíbrio entre elas. O ácido ursodesoxicólico aumenta a capacidade da bile de solubilizar o colesterol, transformando a bile litogênica em uma bile não litogênica (que solubiliza o colesterol), prevenindo a formação e favorecendo a dissolução gradativa dos cálculos.
A dissolução dos cálculos já formados é processada através da passagem do colesterol do estado cristalino sólido ao de cristais líquidos. Além disso, o ácido ursodesoxicólico substitui os ácidos biliares hidrofóbicos (tóxicos) por ácidos biliares hidrofílicos (menos tóxicos) nos processos colestáticos.
Contraindicações
Ursacol não deve ser utilizado em casos de:
- Alergia ao ácido ursodesoxicólico e/ou a qualquer um dos componentes da formulação;
- Úlcera péptica (gástrica ou duodenal) em fase ativa;
- Doença intestinal inflamatória e outras condições do intestino delgado, cólon e fígado que possam interferir na circulação entero-hepática dos sais biliares (ressecção ileal e estoma, colestase intra e extra-hepática, doença hepática severa);
- Cólicas biliares frequentes;
- Inflamação aguda da vesícula biliar ou trato biliar;
- Oclusão do trato biliar (oclusão do ducto biliar comum ou um ducto cístico);
- Contratilidade comprometida da vesícula biliar;
- Cálculos biliares calcificados radiopacos.
50 mg: Atenção: Contém lactose. Atenção: contém 202 mg de lactose/comprimido.
150 mg: Atenção: Contém lactose. Atenção: contém 102 mg de lactose/comprimido.
300 mg: Atenção: Contém lactose. Atenção: contém 204 mg de lactose/comprimido.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
O que devo saber antes de usar
Durante os primeiros 3 meses de tratamento, os parâmetros de função hepática AST (TGO), ALT (TGP) e gama GT devem ser monitorados pelo médico a cada 4 semanas e depois a cada 3 meses. Este monitoramento, além de identificar os pacientes respondedores e não respondedores que estão em tratamento, também permitirá a detecção precoce de uma potencial deterioração hepática, particularmente em pacientes com estágio avançado de cirrose biliar primária.
Quando usado na dissolução de cálculos biliares de colesterol:
Um pré-requisito para iniciar o tratamento que visa a dissolver cálculos vesiculares com o ácido ursodesoxicólico é a sua origem no colesterol. Um indicador confiável é a sua radiotransparência (transparência aos raios - X).
Os cálculos biliares com grande probabilidade de dissolução são os de pequenas dimensões, presentes numa vesícula biliar funcionante.
Em pacientes sob tratamento de dissolução de cálculos biliares, é adequado verificar a eficácia da droga por meio de colecistografia ou exames ecográficos a cada 6 meses.
Se não for possível visualizar a vesícula biliar em exames de raio-X, em casos de cálculos biliares calcificados, comprometimento da contratibilidade da vesícula biliar, ou episódios frequentes de cólica biliar, Ursacol ® não deve ser utilizado.
Pacientes femininas fazendo uso de Ursacol ® para dissolução de cálculos devem utilizar métodos contraceptivos não-hormonais efetivos, visto que métodos contraceptivos hormonais podem aumentar a litíase biliar. No tratamento de cirrose biliar primária em estágio avançado casos muito raros de descompensação de cirrose hepática regrediram parcialmente após a descontinuidade do tratamento.
Em pacientes com cirrose biliar primária, em raros casos, os sintomas clínicos podem piorar no início do tratamento, por exemplo, a coceira pode aumentar. Neste caso a dose de Ursacol ® deve ser reduzida e gradualmente elevada novamente.
A dose deve ser reduzida em caso de diarreia e, caso ela persista, a terapia deve ser descontinuada.
Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de Lapp lactase, ou má-absorção de glicose galactose não devem tomar este medicamento.
O ácido ursodesoxicólico não influencia a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Uso em idosos
Deve-se seguir as orientações gerais descritas para o medicamento, salvo em situações especiais.
Como usar
Tome Ursacol® exatamente conforme a orientação de seu médico.
A disponibilidade das apresentações de 50, 150 e 300 mg permite que sejam adotados diferentes esquemas posológicos, de acordo com cada indicação clínica específica. Todos esses esquemas posológicos ficam facilitados com o ajuste das administrações de comprimidos de 50, 150 e 300 mg, de acordo com a dose diária total.
Para uso prolongado, com o intuito de se reduzir as características litogênicas da bile, a posologia média é de 5 a 10 mg/kg/dia. Na maior parte desses casos, a posologia média fica entre 300 e 600 mg (após e durante as refeições e à noite).
Para se manter as condições ideais para dissolução de cálculos já existentes, a duração do tratamento deve ser de pelo menos 4 a 6 meses, podendo chegar a 12 meses ou mais, ininterruptamente e deve ser prosseguido por 3 a 4 meses após o desaparecimento comprovado radiologicamente ou ecograficamente dos mesmos cálculos. O tratamento não deve, entretanto, superar dois anos. Nas síndromes dispépticas e na terapia de manutenção, geralmente são suficientes doses de 300 mg por dia, divididas em 2 a 3 administrações. Estas doses podem ser modificadas a critério médico, particularmente considerando-se a ótima tolerabilidade do produto, que permite de acordo com cada caso adotar doses sensivelmente maiores. Em pacientes em tratamento para dissolução de cálculos biliares, é importante verificar a eficácia do medicamento mediante exames colecistográficos a cada 6 meses.
Na terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea, o tratamento prévio com ácido ursodesoxicólico aumenta os resultados da terapêutica litolítica. As doses de ácido ursodesoxicólico devem ser ajustadas a critério médico, sendo em média de 600 mg ao dia.
Na cirurgia bariátrica, a dose ideal é 600 mg/dia, divididos em duas tomadas de 300 mg. Pacientes com intolerância podem tentar redução da dose para 300 mg/dia em uma ou duas tomadas, conforme a orientação médica.
Na cirrose biliar primária, as doses podem variar de 10 a 16 mg/kg/dia, de acordo com os estágios da doença (I, II, III e IV) ou a critério médico.
É recomendado realizar acompanhamento dos pacientes através de testes de função hepática e dosagem de bilirrubinas.
A dose diária deve ser administrada em 2 ou 3 vezes, dependendo da apresentação utilizada, após as refeições. Poderá ser administrada a metade da dose diária após o jantar. Ingerir os comprimidos com um copo de água ou leite.
Quando o paciente se esquecer de tomar o medicamento no horário de costume, você deverá administrá-lo imediatamente caso não esteja muito próximo da dose subsequente.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
O que fazer se esquecer de tomar
Caso você se esqueça de tomar uma dose, deve tomá-la o quanto antes, e tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.
Precauções
Precauções e advertências
- Durante os primeiros 3 meses de tratamento, monitoramento dos parâmetros de função hepática AST (TGO), ALT (TGP) e gama GT a cada 4 semanas e depois a cada 3 meses.
- Pré-requisito para dissolução de cálculos: origem no colesterol; indicador confiável é a radiotransparência.
- Não utilizar se não for possível visualizar a vesícula biliar em exames de raio-X, em casos de cálculos biliares calcificados, comprometimento da contratibilidade da vesícula biliar, ou episódios frequentes de cólica biliar.
- Pacientes femininas que usam Ursacol® para dissolução de cálculos devem utilizar métodos contraceptivos não-hormonais efetivos, pois métodos hormonais podem aumentar a litíase.
- Em cirrose biliar primária, sintomas clínicos podem piorar no início do tratamento (ex.: coceira); reduzir dose e reintroduzir gradualmente se necessário.
- Reduzir dose em caso de diarreia; descontinuar se persistir.
- Pacientes com intolerância hereditária à galactose, deficiência de Lapp lactase, ou má-absorção de glicose-galactose não devem tomar este medicamento.
- O ácido ursodesoxicólico não influencia a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
- Uso em idosos: seguir orientações gerais, salvo situações especiais.
- Gravidez: por motivos de segurança, não tratar mulheres grávidas a não ser que seja claramente necessário; descartar gravidez antes de iniciar o tratamento.
- Lactação: dados limitados; níveis no leite muito baixos segundo poucos casos documentados; uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Reações adversas
A avaliação dos efeitos indesejáveis é baseada em dados de frequência.
Reação comum (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): relatos de fezes pastosas e diarreia.
Reação muito rara (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): severa dor abdominal superior direita durante tratamento de cirrose biliar primária; descompensação hepática foi observada em terapia de estágios avançados de cirrose biliar primária, que regrediu parcialmente após a descontinuidade do tratamento; urticária; calcificação de cálculos.
Os seguintes eventos adversos foram identificados após a comercialização de ácido ursodesoxicólico com frequência desconhecida: aumento da fosfatase alcalina, aumento da bilirrubina, aumento das transaminases, constipação e vômitos, mal-estar, tontura, dor de cabeça, mialgia, tosse, edema periférico, pirexia, icterícia, angioedema e prurido.
Alguns eventos adversos foram descritos durante ensaios clínicos e, em muitos casos, a relação de causalidade com ácido ursodesoxicólico não foi estabelecida (mas também não foi descartada), são eles: úlcera péptica, náusea, anorexia, esofagite, dispepsia, rash cutâneo, astenia, elevação da creatinina, elevação da glicose sanguínea, leucopenia e trombocitopenia.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Apresentações do medicamento
A disponibilidade das apresentações de 50, 150 e 300 mg permite que sejam adotados diferentes esquemas posológicos, de acordo com cada indicação clínica específica.
Para uso prolongado, com o intuito de se reduzir as características litogênicas da bile, a posologia média é de 5 a 10 mg/kg/dia. Na maior parte desses casos, a posologia média fica entre 300 e 600 mg (após e durante as refeições e à noite).
Para se manter as condições ideais para dissolução de cálculos já existentes, a duração do tratamento deve ser de pelo menos 4 a 6 meses, podendo chegar a 12 meses ou mais, ininterruptamente e deve ser prosseguido por 3 a 4 meses após o desaparecimento comprovado radiologicamente ou ecograficamente dos mesmos cálculos. O tratamento não deve, entretanto, superar dois anos. Nas síndromes dispépticas e na terapia de manutenção, geralmente são suficientes doses de 300 mg por dia, divididas em 2 a 3 administrações. Estas doses podem ser modificadas a critério médico.
Na terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea, as doses de ácido ursodesoxicólico devem ser ajustadas a critério médico, sendo em média de 600 mg ao dia.
Na cirurgia bariátrica, a dose ideal é 600 mg/dia, divididos em duas tomadas de 300 mg. Pacientes com intolerância podem tentar redução da dose para 300 mg/dia em uma ou duas tomadas.
Na cirrose biliar primária, as doses podem variar de 10 a 16 mg/kg/dia, de acordo com os estágios da doença (I, II, III e IV) ou a critério médico.
A dose diária deve ser administrada em 2 ou 3 vezes, dependendo da apresentação utilizada, após as refeições. Poderá ser administrada a metade da dose diária após o jantar. Ingerir os comprimidos com um copo de água ou leite.
Composição
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém:
ácido ursodesoxicólico....................................................................................................................................................50 mg
Excipientes: lactose, povidona, crospovidona, estearato de magnésio......................................................q.s.p.1 comprimido
ácido ursodesoxicólico..................................................................................................................................................150 mg
Excipientes: lactose, povidona, crospovidona, estearato de magnésio......................................................q.s.p.1 comprimido
ácido ursodesoxicólico..................................................................................................................................................300 mg
Excipientes: lactose, povidona, crospovidona, estearato de magnésio......................................................q.s.p.1 comprimido
Superdose
Diarreia pode ocorrer em casos de superdosagem. Em geral, outros sintomas de superdosagem são improváveis, uma vez que a absorção de ácido ursodesoxicólico diminui com o aumento da dose administrada, portanto, mais é excretado com as fezes.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Informe-se também com o SAC Zambon (0800 017 70 11 ou www.zambon.com.br) em casos de dúvidas.
Interação medicamentosa
Ursacol não deve ser usado com drogas que inibem a absorção intestinal de ácidos biliares, como a colestiramina, colestipol ou antiácidos à base de alumínio. Se o uso destas substâncias for necessário, elas devem ser tomadas ao menos 2 horas antes ou após Ursacol®.
Estrogênios, contraceptivos orais e agentes redutores de lipídios (como o clofibrato) aumentam a secreção hepática de colesterol, o que pode causar a formação de cálculos de colesterol e, portanto, podem ser prejudiciais no que se refere à ação do ácido ursodesoxicólico no tratamento de cálculos biliares.
O ácido ursodesoxicólico pode afetar a absorção da ciclosporina pelos intestinos, podendo desta forma ser necessário ajustar a dose com base nos níveis de ciclosporina.
Em casos isolados, Ursacol® pode reduzir a absorção de ciprofloxacino.
Em um estudo clínico realizado em voluntários saudáveis utilizando ácido ursodesoxicólico (500 mg/dia) e rosuvastatina (20 mg/dia) concomitantemente, resultou em uma leve elevação nos níveis de plasma da rosuvastatina. A relevância clínica desta interação também no que diz respeito a outras estatinas é desconhecida.
O ácido ursodesoxicólico demonstrou redução nos picos de concentração plasmática (Cmáx) e na área sob a curva (AUC) de um antagonista de cálcio nitredipina, em voluntários sadios. O monitoramento do resultado do uso simultâneo de nitredipina e ácido ursodesoxicólico é recomendado. Um aumento na dose de nitredipina pode ser necessário.
Uma interação com a redução do efeito terapêutico de dapsona foi reportado. Estas observações, em conjunto com achados de estudos in vitro, podem indicar um potencial de ácido ursodesoxicólico induzir enzimas do citocromo p450 3A. Esta indução, contudo, não tem sido observada em um estudo bem desenhado de interações com budesonida que é um conhecido substrato de citocromo p450 3A.
Alterações de exames laboratoriais
Ursacol altera alguns exames laboratoriais, por isso, caso precise realizar exames, informe ao seu médico que está fazendo uso de Ursacol.
Recomenda-se que, ao iniciar tratamentos a longo prazo, seja feito controle das transaminases, da fosfatase alcalina e da gama-glutamil transferase (GAMA-GT).
Interações com alimentos
Até o momento não foi relatada interação entre Ursacol e alimentos.
Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Gravidez e amamentação
Gravidez e lactação
Estudos em animais não demonstraram influências no uso de ácido ursodesoxicólico na fertilidade. Dados humanos quanto aos efeitos na fertilidade durante o tratamento com ácido ursodesoxicólico não estão disponíveis. Não há dados quanto ao uso de ácido ursodesoxicólico, particularmente em mulheres grávidas. Experimentos com animais demonstraram toxicidade reprodutiva durante os estágios iniciais da gravidez.
Por motivos de segurança, não devem ser tratadas mulheres grávidas a não ser que seja claramente necessário com Ursacol®.
Mulheres em idade fértil só devem ser tratadas se estiverem usando métodos contraceptivos não-hormonais ou anticoncepcionais orais com baixo teor de estrógenos. Contudo, pacientes fazendo uso de Ursacol® para dissolução de cálculos devem utilizar métodos contraceptivos não-hormonais efetivos, visto que métodos contraceptivos hormonais orais podem aumentar a litíase biliar. Uma gravidez em curso deve ser descartada, antes de iniciar o tratamento.
De acordo com os poucos casos documentados de mulheres que estejam amamentando, os níveis de ácido ursodesoxicólico no leite são muito baixos e provavelmente não haverá reações adversas nas crianças que estão recebendo leite materno.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Cuidados de armazenamento
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Ursacol® Comprimidos 50 mg: apresenta-se sob a forma de comprimidos brancos, discoides, planos.
Ursacol® Comprimidos 150 mg: apresenta-se sob a forma de comprimidos brancos, discoides, planos.
Ursacol® Comprimidos 300 mg: apresenta-se sob a forma de comprimidos brancos, discoides, biconvexo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
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Histórico de Alteração para a Bula
11/2025
Nº do expediente
N/AAssunto
Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 (Informação incluída após notificação)Data do expediente
28/11/2025Nº do expediente
N/AAssunto
Inclusão de Frase de Alerta nos itens: 4 e 5. Correções textuais nos itens: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e Dizeres Legais.Data de aprovação
28/11/2025Itens de Bula
Inclusão de Frase de Alerta nos itens: 4 e 5 Correções textuais nos itens: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e Dizeres LegaisVersões (VP / VPS)
VP15Apresentações relacionadas
50 mg c/ 30 comprimidos 150 mg c/ 30 comprimidos 300 mg c/ 30 comprimidos06/2024
Nº do expediente
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10528 - MEDICAMENTO NOVO - Notificação de descontinuação temporária de fabricação ou importaçãoData do expediente
28/06/2024Nº do expediente
1024718/24-7Assunto
Apresentações (exclusão das apresentações com 20 comprimidos)Data de aprovação
26/07/2024Itens de Bula
Apresentações (exclusão das apresentações com 20 comprimidos)Versões (VP / VPS)
VP14Apresentações relacionadas
50 mg c/ 20 comprimidos 150 mg c/ 20 comprimidos 300 mg c/ 20 comprimidos12/2023
Nº do expediente
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AFE - ALTERAÇÃO - MEDICAMENTOS E/OU INSUMOS FARMACÊUTICOS - ENDEREÇO MATRIZData do expediente
15/09/2023Nº do expediente
1457909/23-5Assunto
Dizeres LegaisData de aprovação
21/12/2023Itens de Bula
Dizeres LegaisVersões (VP / VPS)
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Nº do expediente
5010622/22-0Assunto
Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12Data do expediente
02/12/2022Nº do expediente
N/AAssunto
Dizeres LegaisData de aprovação
02/12/2022Itens de Bula
Dizeres LegaisVersões (VP / VPS)
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25/03/2022Nº do expediente
N/AAssunto
Item 5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?Data de aprovação
05/04/2022Itens de Bula
Item 5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?Versões (VP / VPS)
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N/AAssunto
Dizeres LegaisData de aprovação
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N/AAssunto
Item 1. Para que este medicamento é indicado?Data de aprovação
26/07/2021Itens de Bula
Item 1. Para que este medicamento é indicado?Versões (VP / VPS)
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N/AAssunto
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Medicamentos e Insumos Farmacêuticos - (Alteração na AFE) de INDÚSTRIA do produto - ENDEREÇO DA SEDEData do expediente
25/05/2018Nº do expediente
N/AAssunto
Dizeres LegaisData de aprovação
19/09/2018Itens de Bula
Dizeres LegaisVersões (VP / VPS)
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Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 (Alteração de formato e dimensões de comprimidos, cápsulas, supositórios e óvulo)Data do expediente
11/07/2018Nº do expediente
N/AAssunto
Onde, Como e Por quanto tempo posso guardar este medicamento?Data de aprovação
25/05/2018Itens de Bula
Onde, Como e Por quanto tempo posso guardar este medicamento?Versões (VP / VPS)
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0778661/15-1Assunto
Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12Data do expediente
01/09/2015Nº do expediente
N/AAssunto
Reações AdversasData de aprovação
N/AItens de Bula
Reações AdversasVersões (VP / VPS)
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Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12Data do expediente
17/06/2015Nº do expediente
N/AAssunto
Dizeres LegaisData de aprovação
N/AItens de Bula
Dizeres LegaisVersões (VP / VPS)
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Inclusão de Nova Apresentação ComercialData do expediente
17/04/2014Nº do expediente
N/AAssunto
Apresentações (Inclusão das apresentações de 50mg, 150mg e 300mg c/ 30 comprimidos)Data de aprovação
14/07/2014Itens de Bula
Apresentações (Inclusão das apresentações de 50mg, 150mg e 300mg c/ 30 comprimidos)Versões (VP / VPS)
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Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12Data do expediente
02/07/2013Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
Adequação na bula para paciente visto a um erro material Adequação de Hipergliceridemia para HipertrigliceridemiaVersões (VP / VPS)
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Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12Data do expediente
02/05/2013Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
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III- DIZERES LEGAIS
Registro:1.0084.0067
Responsável Técnica: Juliana Paes de Oliveira - CRF-SP 56.769
Produzido por:
CHIESI FARMACÊUTICA LTDA.
Rua Dr. Giacomo Chiesi, 151 - Km 39,2
CEP 06513-001 - Santana do Parnaíba - SP
CNPJ nº. 61.363.032/0001-46
Registrado por:
ZAMBON LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA.
Av. das Nações Unidas, 14.401 – Torre Jequitibá – 9º Andar
Vila Gertrudes – São Paulo – SP - CEP: 04794-000
CNPJ nº. 61.100.004/0001-36
® Marca Registrada
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC): 0800 0177011
www.zambon.com.br
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 28/11/2025
BPURSCOMV15
Registrado por:
Zambon Laboratórios Farmacêuticos Ltda.
CNPJ
61.100.004/0001-36
Número da Regularização
100840067
Data da Regularização
N/A
Vencimento da Regularização
N/A
AFE
1000841