Valpi
Tópicos:
Para que serve
Mania: Valpi é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos. Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.
Epilepsia: Valpi é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.
Prevenção da enxaqueca: Valpi é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.
Como funciona
O divalproato de sódio é a substância ativa de Valpi. O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrintestinal.
O tratamento com divalproato de sódio, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.
Contraindicações
Valpi é contraindicado para menores de 10 anos de idade.
Valpi é contraindicado para uso por pacientes com:
- Conhecida hipersensibilidade ao divalproato de sódio ou demais componentes da fórmula;
- Doença ou disfunção no fígado significativas;
- Conhecida síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de possuir a síndrome;
- Distúrbio do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de amônia no sangue;
- Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue;
- Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida.
Valpi é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.
Categoria de risco: D
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Valpi.
O que devo saber antes de usar
Gerais: recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.
Divalproato de sódio pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.
Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado)/disfunção hepática: houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com histórico de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, incluindo distúrbios mitocondriais, como deficiência de carnitina, distúrbios do ciclo da ureia, mutações no gene POLG, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento. Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.
Pancreatite (inflamação no pâncreas): pacientes e responsáveis devem estar cientes de que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.
Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial: insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.
Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado a encefalopatia inexplicável, epilepsia refratária (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem. Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.
Comportamento e ideação suicida: pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.
Interação com antibióticos carbapenêmicos: o uso concomitante de divalproato de sódio com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.
Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas): a trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.
Uso em homens com potencial reprodutivo: um estudo observacional retrospectivo demonstrou um risco aumentado de distúrbios do neurodesenvolvimento em crianças nascidas de homens tratados com valproato no momento da concepção em comparação com aquelas tratadas com lamotrigina ou levetiracetam.
Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo): foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com divalproato de sódio devem ser tratados imediatamente e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.
Elevações de amônia sem sintomas são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.
Distúrbios do ciclo da ureia (DCU): foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.
Pacientes com risco de hipocarnitinemia (deficiência de carnitina): a administração de divalproato de sódio pode desencadear a ocorrência ou agravamento de hipocarnitinemia que pode resultar em hiperamonemia (que pode levar à encefalopatia hiperamonêmica). Outros sintomas, como toxicidade hepática, hipoglicemia hipocetótica, miopatia incluindo cardiomiopatia, rabdomiólise e síndrome de Fanconi foram observados, principalmente em pacientes com fatores de risco para hipocarnitinemia ou hipocarnitinemia pré-existente.
Pacientes com risco aumentado de hipocarnitinemia quando tratados com divalproato incluem pacientes com distúrbios metabólicos, como distúrbios mitocondriais relacionados à carnitina, deficiência na ingestão nutricional de carnitina, pacientes com menos de 10 anos de idade, uso concomitante de medicamentos conjugados com pivalato ou de outros antiepilépticos.
O médico deve ser informado sobre quaisquer sinais de hiperamonemia, como ataxia, alteração da consciência, vômitos, para investigação adicional. A suplementação de carnitina deve ser considerada quando forem observados sintomas de hipocarnitinemia.
Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC): tem sido relatada associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.
Atrofia cerebral/cerebelar: houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.
Reação de hipersensibilidade em múltiplos órgãos: foram raramente relatadas após o início da terapia com o valproato em adultos e crianças. Os pacientes tipicamente, mas não exclusivamente, apresentaram febre e reações de sensibilidade na pele, com envolvimento de outros órgãos. Outras manifestações associadas podem incluir aumento dos gânglios, inflamação no fígado (hepatite), anormalidade de testes de função do fígado, anormalidades hematológicas, coceira, inflamação dos tecidos do rim, volume menor de urina, síndrome hepatorrenal (envolvendo o fígado e os rins), dor nas articulações e fraqueza. Como o distúrbio é variável em sua expressão, sinais e sintomas de outros órgãos não relacionados aqui podem ocorrer. Se houver suspeita desta reação, o valproato deve ser interrompido e um tratamento alternativo ser iniciado pelo médico.
Agravamento das convulsões: assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato. Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.
...
Como usar
Os comprimidos revestidos de liberação prolongada de Valpi são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, triturados ou mastigados.
Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item “3. Quando não devo usar este medicamento?” e “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.
Mania
Dose inicial recomendada: 25 mg/kg/dia administrados uma única vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica mais baixa capaz de produzir o efeito clínico desejado.
Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de divalproato de sódio no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).
Epilepsia
Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15 mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrada uma vez ao dia.
Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação ao aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.
Interrupção do tratamento: os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.
Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada: 500 mg, uma vez ao dia (durante uma semana), sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de até 1000 mg, uma vez ao dia (após a primeira semana). Embora doses de divalproato de sódio diferentes de 1000 mg, uma vez ao dia, não tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de sódio comprimidos de liberação entérica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.
A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
O que fazer se esquecer de tomar
Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.
Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Reações adversas
A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:
≥ 1/10 (≥ 10%) – muito comum
≥1/100 e < 1/10 (≥ 1% e <10%) – comum (frequente)
≥ 1/1.000 e < 1/100 (≥ 0,1% e < 1%) – incomum (infrequente)
≥ 1/10.000 e < 1/1.000 (≥ 0,01% e < 0,1%) – rara
≤ 1/10.000 (< 0,01%) – muito rara
Não pode ser estimada – desconhecida
Sistemas – Frequência – Reação adversa
Alterações congênitas, hereditárias e genéticas
Malformações congênitas e distúrbios de desenvolvimento – ver item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento”. (Desconhecida) Porfiria aguda.
Alterações do sistema sanguíneo e linfático
Comum: Trombocitopenia.
Incomum: Anemia, anemia hipocrômica, leucopenia e trombocitopenia púrpura.
Desconhecida: Agranulocitose, deficiência de anemia folato, anemia macrocítica, anemia aplástica, falência da medula óssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia e inibição da agregação plaquetária.
Investigações
Comum: Aumento de peso e perda de peso.
Incomum: Aumento da alanina aminotransferase1, aumento do aspartato aminotransferase, aumento da creatinina sanguínea, diminuição de folato sanguíneo, aumento de lactato desidrogenase sanguíneo 1, aumento de ureia sanguínea, aumento do nível de droga, anormalidade de testes de função do fígado 1, aumento de iodo ligado à proteína e diminuição da contagem de glóbulos brancos.
Desconhecida: Aumento de bilirrubina sérica1 e diminuição de carnitina e anormalidade do teste de função da tireoide.
Alteração do sistema nervoso
Muito comum: Sonolência e tremor.
Comum: Amnesia, ataxia, tontura, disgeusia, cefaleia, nistagmo, parestesia e alteração da fala.
Incomum: Afasia, incoordenação motora, disartria, distonia, encefalopatia, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, convulsão, estupor, discinesia tardia e alteração na visão.
Desconhecida: Asteríxis, atrofia cerebelar, atrofia cerebral, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, distúrbio de atenção, deficiência da memória, parkinsonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas e sedação.
Alteração do labirinto e ouvido
Comum: Zumbido no ouvido.
Incomum: Surdez, distúrbio auditivo, hiperacusia e vertigem.
Desconhecida: Dor de ouvido.
Alteração respiratória, torácica e mediastino
Incomum: Tosse, dispneia, disfonia e epistaxe.
Desconhecido: Efusão pleural.
Alteração gastrintestinal
Muito comum: Náusea.
Comum: Dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia, flatulência e vômitos.
Incomum: Incontinência anal, alteração anorretal, mau hálito, boca seca, disfagia, eructação, sangramento gengival, glossite, hematêmese, melena, pancreatite, tenesmo retal e hipersecreção salivar.
Desconhecida: Distúrbios gengivais, hipertrofia gengivais e aumento da glândula parótida.
Alteração urinária e renal
Incomum: Hematúria, urgência em urinar, poliúria e incontinência urinária.
Desconhecida: Enurese, síndrome de Fanconi, falência renal e nefrite do tubulointersticial.
Alteração nos tecidos e pele
Comum: Alopecia, equimose, prurido e rash cutâneo.
Incomum: Acne, dermatite esfoliativa, pele seca, eczema, eritema nodoso, hiperidrose, alteração na unha, petéquias e seborreia.
Desconhecida: Vasculite cutânea, síndrome de hipersensibilidade sistêmica a drogas (síndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, alteração do cabelo, alteração do leito ungueal, reação de fotossensibilidade, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica.
Alteração nos tecidos conectivos e muscular esquelético
Incomum: Espasmo muscular, convulsão muscular e fraqueza muscular.
Desconhecida: Diminuição da densidade óssea, dor óssea, osteopenia, osteoporose, rabdomiólise e lúpus eritematoso sistêmico.
Alteração endócrina
Desconhecida: Hiperandrogenismo, hipotireoidismo e secreção inapropriada de hormônio antidiurético.
Alteração do metabolismo e nutrição
Comum: Diminuição do apetite e aumento do apetite.
Incomum: Hipercalemia, hipernatremia, hipoglicemia, hiponatremia e hipoproteinemia.
Desconhecida: Deficiência de biotina, dislipidemia, hiperamonemia, hipocarnitinemia, resistência à insulina, obesidade.
Neoplasias benignas, malignas e não específicas
Incomum: Hemangioma de pele.
Desconhecido: Síndrome mielodisplástica.
Desordens vasculares
Incomuns: Hipotensão ortostática, palidez, desordem vascular periferal e vasodilatação.
Alterações gerais e condições de administração local
Muito comum: Astenia.
Comum: Alteração na marcha e edema periférico.
Incomum: Dor no peito, edema facial e pirexia.
Desconhecida: Hipotermia.
Alteração hepatobiliar
Desconhecida: Hepatotoxicidade.
Alteração na mama e sistema reprodutivo
Incomum: Amenorreia, dismenorreia, disfunção erétil, menorragia, alteração menstrual, metrorragia e hemorragia vaginal.
Desconhecida: Aumento das mamas, galactorreia, infertilidade masculina, menstruação irregular e ovário policístico.
Alteração psiquiátrica
Comum: Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confusão, depressão, insônia, nervosismo e pensamento anormal.
Incomum: Agitação, ansiedade, apatia, catatonia, delírio, humor eufórico, alucinação, hostilidade e transtorno de personalidade.
Desconhecido: Comportamento anormal, agressão, angústia emocional, transtorno de aprendizagem e transtorno psicótico.
Alteração cardíaca
Incomum: Bradicardia, parada cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva e taquicardia.
Alteração nos olhos
Comum: Ambliopia e diplopia.
Incomum: Cromatopsia, olho ressecado, distúrbio ocular, dor nos olhos, desordem da lacrimal, miose, fotofobia e deficiência visual.
Alteração do sistema imunológico
Desconhecida: Reação anafilática e hipersensibilidade.
Infecção e infestações
Comum: Infecção.
Incomum: Bronquite, furúnculo, gastroenterite, herpes simples, gripe, rinite e sinusite.
Desconhecida: Otite média, pneumonia e infecção do trato urinário.
Lesão, intoxicação e complicações processuais
Comum: Lesão.
Observações e notas de rodapé conforme bula.
Apresentações do medicamento
Apresentações: Comprimidos revestidos de liberação prolongada de 500 mg: embalagens com 10 ou 30 comprimidos.
Mania
Dose inicial recomendada: 25 mg/kg/dia administrados uma única vez ao dia. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Epilepsia
Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15 mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrada uma vez ao dia. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada: 500 mg, uma vez ao dia (durante uma semana), podendo alguns pacientes beneficiar-se com doses de até 1000 mg, uma vez ao dia (após a primeira semana). A faixa eficaz varia de 500 a 1000 mg/dia.
Observações gerais: a dose diária pode ser dividida em pelo menos 2 doses individuais em populações específicas; não partir, triturar ou mastigar o comprimido; ajuste das doses de anticonvulsivantes concomitantes pode ser necessário.
Composição
Cada comprimido revestido de Valpi contém:
divalproato de sódio 538,1 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, hipromelose, sorbato de potássio, dióxido de silício, macrogol, copovidona, polidextrose, triglicerídeos de cadeia média, dióxido de titânio e óxido de ferro preto.
Superdose
Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico.
Doses de divalproato de sódio acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, o paciente deverá ser encaminhado imediatamente para cuidados médicos.
A presença de teor de sódio na formulação de divalproato de sódio pode resultar em excesso de sódio no sangue quando administrado em dose acima do recomendado.
Em caso de superdosagem de divalproato de sódio resultando em hiperamonemia, a carnitina pode ser administrada por via intravenosa para tentar normalizar os níveis de amônia.
Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma remoção significativa do medicamento. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão.
Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção de fluxo urinário adequado. O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de doses elevadas de valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Interação medicamentosa
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Medicamentos que administrados junto ao valproato podem alterar sua depuração:
Ritonavir, fenitoína, carbamazepina e fenobarbital (ou primidona): aumentam a depuração do valproato.
Antidepressivos: pouco efeito na depuração do valproato.
Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato, levando a alterações das concentrações do valproato no sangue:
- Ácido acetilsalicílico: a concentração de valproato no sangue pode aumentar.
- Antibióticos carbapenêmicos (exemplo, ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar à redução significativa de valproato no sangue.
- Colestiramina: pode levar a uma diminuição nos níveis de valproato no sangue.
- Contraceptivos hormonais contendo estrogênio: pode haver diminuição de valproato no sangue e aumento das crises epilépticas.
- Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue.
- Dipirona: a dipirona pode diminuir os níveis séricos de valproato quando coadministrado, o que pode resultar na eficácia clínica do valproato potencialmente diminuída.
- Metotrexato: alguns relatos descrevem diminuição significativa dos níveis séricos de valproato após metotrexato, com ocorrência de convulsões.
- Inibidores da protease (ex.: lopinavir, ritonavir): podem diminuir os níveis de valproato no sangue.
- Rifampicina: pode levar ao aumento de valproato no sangue.
- Medicamentos conjugados com pivalato (ex.: cefditoreno pivoxila, adefovir dipivoxila, pivmecilinam, pivampicilina): não recomendada a coadministração com valproato.
Medicamentos para os quais não foi detectada nenhuma interação ou com interação sem relevância: antiácidos, cimetidina, ranitidina, clorpromazina, haloperidol, paracetamol, clozapina, lítio, lorazepam, olanzapina, rufinamida.
Medicamentos com outras interações:
Amitriptilina/nortriptilina: considerar diminuição da dose na presença de valproato.
Carbamazepina/CBZ-E: níveis de CBZ diminuíram ~17% e CBZ-E aumentaram ~45% na administração conjunta com divalproato.
Clonazepam: pode levar a estado de ausência em pacientes predispostos.
Diazepam: aumento da fração livre de diazepam quando administrado com divalproato.
Etossuximida: metabolismo inibido por divalproato.
Lamotrigina: dose deverá ser reduzida quando administrada em conjunto com divalproato.
Fenobarbital: metabolismo inibido pelo divalproato; monitorização quanto à toxicidade neurológica é recomendada.
Fenitoína, primidona, propofol, nimodipino, tolbutamida, canabidiol, topiramato/acetazolamida, varfarina, zidovudina, quetiapina: interações descritas na bula com recomendações específicas de monitorização ou ajuste.
Exame laboratorial: o valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.
Irritação gastrintestinal: administrar o medicamento juntamente com a alimentação, ou aumentar gradualmente a dose a partir de um baixo nível inicial pode evitar irritação gastrintestinal.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Gravidez e amamentação
Gravidez e planejamento da gravidez:
Valpi é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Categoria de risco: D. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento. A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Valpi.
Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes: o divalproato de sódio tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso. Verificou-se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.
O médico deve assegurar que a paciente seja informada sobre riscos, que o potencial de gravidez seja avaliado e que exames de gravidez sejam realizados antes e durante o tratamento conforme necessário. Deve-se discutir métodos contraceptivos eficazes e a necessidade de revisão anual do tratamento.
Planejamento da gravidez: para epilepsia, se a paciente planeja engravidar ou engravidar, o médico deve reavaliar e considerar alternativas; em circunstâncias excepcionais pode-se continuar valproato com a menor dose eficaz, preferindo formulação de liberação prolongada. Para mania e profilaxia da migrânea, o tratamento deve ser descontinuado e feita transição para alternativa apropriada antes da concepção.
Malformações congênitas decorrentes da exposição no útero: risco aumentado em comparação à população geral; tipos comuns incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura labiopalatina, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos nos rins, nas vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias. Pode ocorrer malformação ocular e deficiência auditiva.
Transtornos de desenvolvimento decorrentes da exposição no útero: risco aumentado de transtornos relacionados ao autismo e de TDAH.
Risco em neonatos: relatos raros de síndrome hemorrágica, hipoglicemia no terceiro trimestre, hipotireoidismo e síndrome de abstinência no recém-nascido.
Lactação: o divalproato de sódio é excretado no leite humano (1% a 10% dos níveis sanguíneos maternos). Transtornos hematológicos foram observados em neonatos/lactentes. Decisão sobre descontinuação da amamentação ou terapia deve considerar benefícios e riscos.
Cuidados de armazenamento
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: comprimidos revestidos de cor cinza, oblongos e lisos em ambas as faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Melhores Ofertas
Cortisonal 10mg/g Creme Dermatológico 20g
R$29,90
Cortisonal 10mg/g Creme Dermatológico 20g
R$29,90
Cortisonal 10mg/g Creme Dermatológico 20g
R$29,90
Histórico de Alteração para a Bula
06/2023
Nº do expediente
10450Assunto
SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no bulário - RDC 60/12Data do expediente
27/06/2023Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? VPS 4. CONTRAINDICAÇÕES 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES 10. SUPERDOSE VP/VPS Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mgVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mg09/2022
Nº do expediente
4699187/22-6Assunto
10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula –publicação no bulário - RDC 60/12Data do expediente
15/09/2022Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? VPS 4.CONTRAINDICAÇÃO 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS 9. REAÇÕES ADVERSAS 10. SUPERDOSE VP/VPS Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mgVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mg06/2022
Nº do expediente
4291621/22-1Assunto
10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula –publicação no bulário - RDC 60/12Data do expediente
14/06/2022Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VPS 3.CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS 5.ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES 6.INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS VPS Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mgVersões (VP / VPS)
VPSApresentações relacionadas
Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mg04/2022
Nº do expediente
2402701/22-6Assunto
10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula –publicação no bulário - RDC 60/12Data do expediente
13/04/2022Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP 1.PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO? 4.O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 5.ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO? 6.COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? VPS 3.CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS 5.ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES 6.INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS 7.CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO 8.POSOLOGIA E MODO DE USAR 9.REAÇÕES ADVERSAS VP/VPS Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mgVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mg04/2021
Nº do expediente
1408216/21-1Assunto
10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no bulário RDC 60/12Data do expediente
13/04/2021Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VPS 9. REAÇÕES ADVERSAS VP/VPS Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mgVersões (VP / VPS)
VPSApresentações relacionadas
Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mg09/2019
Nº do expediente
2238958/19-0Assunto
10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12Data do expediente
23/09/2019Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? VPS 3.CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES VP/VPS Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mgVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mg08/2019
Nº do expediente
2021073/19-6Assunto
10457 – SIMILAR - Inclusão Inicial de Texto de Bula – RDC 60/12Data do expediente
21/08/2019Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
Inclusão inicial de texto de bula VP/VPS Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mgVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
Comprimidos revestidos de liberação prolongada 500 mgDizeres Legais
III- DIZERES LEGAIS
MS - 1.0573.0518
Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP n° 30.138
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo – SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A
CNPJ
60.659.463/0029-92
Número da Regularização
105730518
Data da Regularização
N/A
Vencimento da Regularização
N/A
AFE
1005739