Trilax
Tópicos:
Para que serve
Trilax® é um medicamento indicado para o tratamento de reumatismo (conjunto de doenças que pode afetar as articulações, músculos e esqueleto, caracterizado por dor, restrição de movimento e eventual presença de sinais inflamatórios).
Como exemplos mais comuns desta doença temos: lombalgia (dor da coluna lombar), osteoartrites, crise aguda de artrite reumatoide ou outras artropatias reumáticas, crise aguda de gota (doença caracterizada pela deposição de cristais de ácido úrico junto às articulações e em outros órgãos), estados inflamatórios agudos pós-traumáticos e pós-cirúrgicos.
Trilax® é também indicado como coadjuvante em processos inflamatórios graves decorrentes de quadros infecciosos.
Como funciona
Trilax® apresenta uma composição relaxante muscular, anti-inflamatória e analgésica (ação contra a dor), indicada no tratamento do reumatismo, o qual em geral, está associado a queixas como dor e sinais inflamatórios como inchaço, calor local e eventual limitação de mobilidade.
Trilax® por ter em sua composição uma associação de medicamentos irá agir da seguinte forma:
- Carisoprodol: relaxante muscular, que reduz indiretamente a tensão da musculatura esquelética em seres humanos.
- Cafeína: estimulante do Sistema Nervoso Central, que produz estado de alerta mental e tende a corrigir a sonolência que o carisoprodol provoca; também tem ação contra a dor, atuando sobre a musculatura e tornando-a menos susceptível à fadiga e melhorando seu desempenho.
- Diclofenaco sódico: anti-inflamatório que atua no combate à dor e na diminuição de sintomas como febre e inchaços localizados.
- Paracetamol: possui ação analgésica e antipirética, e atua sinergicamente no controle da dor e temperatura.
Contraindicações
Trilax® está contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade (alergia) a quaisquer dos componentes de sua fórmula; nos casos de insuficiência cardíaca (função prejudicada do coração), hepática (do fígado) ou renal grave (dos rins) e hipertensão arterial grave (pressão alta).
É contraindicado também, em pacientes que apresentem hipersensibilidade aos anti-inflamatórios (ex: ácido acetilsalicílico) com desencadeamento de quadros reativos como os asmáticos nos quais pode ocasionar acessos de asma, urticária (coceira) ou rinite aguda (inflamação da mucosa do nariz).
Trilax® deverá ser usado somente sob prescrição médica. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Este medicamento é destinado ao uso adulto.
Não é indicado para crianças abaixo de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.
O que devo saber antes de usar
Trilax® deverá ser usado sob prescrição médica.
Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em pacientes da faixa etária pediátrica, portanto não se recomenda seu uso em crianças e adolescentes.
A possibilidade de reativação de úlceras pépticas (lesão na mucosa do esôfago-gastrointestinal) requer análise cuidadosa quando houver história anterior de dispepsia (indigestão), sangramento gastrointestinal ou úlcera péptica. Nas indicações do Trilax® por períodos superiores a dez dias, deverá ser realizado hemograma (exame de sangue) e provas de função hepática (do fígado) antes do início do tratamento e, periodicamente, a seguir. A diminuição da contagem de leucócitos e/ou plaquetas, ou do hematócrito requer a suspensão da medicação.
O uso prolongado de diclofenaco tem se associado com eventos adversos gastrointestinais graves, como ulceração (lesões), sangramento e perfuração do estômago ou intestinos, em especial em pacientes idosos e debilitados. O uso crônico de diclofenaco sódico aumenta o risco de dano nos rins, com função prejudicada do mesmo.
Condições agudas abdominais podem ter seu diagnóstico dificultado pelo uso do carisoprodol. O carisoprodol pode causar uma contração involuntária do esfíncter de Oddi e reduzir as secreções dos ductos biliares e pancreático.
Pessoas com hipertensão intracraniana ou trauma cranioencefálico não devem fazer uso de Trilax®, da mesma forma que pacientes que possuem a atividade do citocromo CYP2C19 reduzida (enzima do fígado), seja por doença ou por uso de outras medicações.
O uso prolongado de Trilax® pode levar a drogadição e sua descontinuação, a síndrome de abstinência, quando usado em altas doses e por período prolongado. O uso concomitante com álcool e drogas depressoras do Sistema Nervoso Central não é recomendado.
Observando-se reações alérgicas tipo coceira ou eritematosas (vermelhidão), febre, icterícia (amarelamento da pele), cianose (coloração azulada na pele devido à falta de oxigenação) ou sangue nas fezes, a medicação deverá ser imediatamente suspensa.
Populações especiais
Uso em idosos
O uso em pacientes idosos (pacientes geralmente mais sensíveis aos medicamentos) deve ser cuidadosamente observado. Pessoas idosas que fazem uso de Trilax® devem ser acompanhadas com cuidado, pois apresentam maior risco de depressão respiratória e de eventos adversos gastrointestinais.
Pacientes com doença cardiovascular
Trilax® deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular, pelo risco de eventos trombóticos cardiovasculares (formação de trombos na circulação), como infarto ou Acidente Vascular Cerebral, devido à presença do diclofenaco na fórmula. Em pacientes portadores de doenças cardiovasculares, a possibilidade de ocorrer retenção de sódio e edema (inchaço) deverá ser considerada.
Pacientes desidratados podem apresentar maiores riscos de hipotensão (pressão baixa) com o uso do carisoprodol.
Pacientes com doença no fígado ou rins
Trilax® deve ser usado com cautela em pacientes com danos no fígado ou nos rins, pois a ação deste medicamento poderá se alterar e trazer maiores riscos durante seu uso. Nestes casos é importante que se avalie cada situação clínica e a dose a ser tomada seja adequada ao paciente.
A meia-vida da cafeína está aumentada em pacientes com doenças do fígado como cirrose e hepatite viral. Por isso ajustes de dose devem ser feitos para estes pacientes. Em altas doses, a cafeína pode causar dorsalgia crônica, desencadear doenças psiquiátricas de base e aumentar a frequência e a gravidade de efeitos adversos. Os pacientes que fazem uso de medicações que contém cafeína devem ser alertados quanto à limitação da ingestão de outras fontes de cafeína como alimentos, bebidas e outros medicamentos contendo cafeína.
Pacientes com doenças no pulmão obstrutivas ou restritivas
Trilax® deve ser usado com cautela em pacientes com doenças pulmonares obstrutivas ou restritivas crônicas, pelo risco de depressão respiratória.
Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
É recomendável que os pacientes durante o tratamento com Trilax® evitem dirigir carros, motos e outros veículos, assim como operar máquinas perigosas, pois o carisoprodol pode interferir com essas capacidades.
Sensibilidade cruzada
Existem relatos de reação cruzada do diclofenaco com o ácido acetilsalicílico. Pacientes que apresentaram previamente reações alérgicas graves ao ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não hormonais devem evitar o uso de Trilax®.
Como usar
Como regra geral, a dose mínima diária recomendada é de um comprimido a cada 12 horas respeitando-se o máximo de um comprimido tomado a cada 8 horas, portanto, três doses diárias.
No entanto, cabe ressaltar que cabe ao médico analisar individualmente cada caso clínico adaptando a melhor dosagem de medicação e a duração de tempo de tratamento, de acordo com a idade do paciente e às suas condições gerais. Deverão ser administradas as mais baixas doses eficazes e, sempre que possível, a duração do tratamento não deverá ultrapassar 10 dias.
Tratamentos mais prolongados requerem observações especiais (vide item 4 desta bula).
Os comprimidos do Trilax® devem ser ingeridos inteiros (sem mastigar), junto às refeições, com auxílio de líquido.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
O que fazer se esquecer de tomar
Se uma dose for esquecida, você deve tomar o comprimido logo que possível. Se estiver perto da próxima dose, pule a dose perdida e espere até o horário do medicamento ser tomado habitualmente. Você não deve tomar duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Precauções
Não tome este medicamento por período maior do que está recomendado na bula ou recomendado pelo médico, pois pode causar problemas nos rins, estômago, intestino, coração e vasos sanguíneos. Este produto contém diclofenaco, que pode causar reações alérgicas, como a asma, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.
Não use este medicamento caso tenha problemas no estômago.
Atenção: Este medicamento não deve ser utilizado com outros produtos contendo paracetamol. Não consumir bebidas alcóolicas.
Atenção: contém 71,420 mg de lactose monoidratada. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento é contraindicado em pacientes com insuficiência cardíaca, hepática ou renal grave e hipertensão arterial grave; e em pacientes com hipersensibilidade a quaisquer componentes da fórmula ou a anti-inflamatórios (ex.: ácido acetilsalicílico) que desencadeiem reações asmáticas, urticária ou rinite aguda.
Reações adversas
Reações Adversas separadas por frequência de ocorrência:
Reações muito comuns (> 1/10): aumento das enzimas do fígado.
Reações comuns (> 1/100 e < 1/10): cefaleia, tontura, insônia, tremor, dor, hemorragia gastrintestinal, perfuração gastrintestinal, úlceras gastrintestinais, diarreia, indigestão, náusea, vômitos, constipação, flatulência, dor abdominal, pirose, retenção de fluidos corpóreos, edema (inchaço), rash, prurido, edema facial, anemia, distúrbios da coagulação, broncoespasmo, rinite, zumbido, febre, doença viral.
Reações incomuns (>1/1000 e < 1/100): hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva, vertigem, sonolência, agitação, depressão, irritabilidade, ansiedade, alopecia, urticária, dermatite, eczema.
Reações raras (>1/10.000 e < 1/1.000): meningite asséptica, convulsões, pancreatite, hepatite fulminante, insuficiência hepática, depressão respiratória, pneumonia, perda auditiva, agranulocitose, anemia aplástica, anemia hemolítica, reações anafilactóides, dermatite esfoliativa, eritema multiforme, Síndrome Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica.
Outras reações observadas sem frequência conhecida:
Efeitos cardiovasculares: arritmia cardíaca, vasodilatação periférica (altas doses), infarto do miocárdio, angina, aumento do risco de eventos cardiovasculares, redução da perfusão esplâncnica (em neonatos prematuros), palpitações, taquiarritmia, alargamento do complexo QRS do eletrocardiograma (doses moderadas a altas), hipotensão ortostática, síncope.
Efeitos dermatológicos: pustulose exantematosa generalizada aguda, dermatite de contato, dermatite liquenoide, dermose bolhosa linear, necrose de pele, fasceíte necrosante.
Efeitos metabólicos-endócrinos: acidose, hipoglicemia, hiperglicemia, distúrbios hidroeletrolíticos (hipocalemia, hipercalemia e hiponatremia), redução de testosterona circulante, aumento da estrona, aumento das globulinas carreadoras de hormônios sexuais, rabdomiólise, aumento da perda de massa óssea, hipotermia.
Efeitos hepato e gastrintestinais: aumento da atividade motora do cólon, cirrose hepática, fibrose hepática, hepatotoxicidade, doença inflamatória intestinal, ulceração colônica, constrição dos diafragmas intestinais, perda proteica, esofagite, proctite, enterocolite pseudomembranosa, melena, icterícia.
Efeitos genito-reprodutivos: doença fibrocística das mamas, redução das taxas de concepção, aumento das taxas de gestações múltiplas (homens).
Efeitos hematológicos: coagulação intravascular disseminada, meta-hemoglobinemia, porfiria aguda intermitente.
Efeitos infecciosos: sepse.
Efeitos imunológicos: anafilaxia, reação de sensibilidade cruzada (meprobamato), reação de hipersensibilidade imune (quadriplegia, tontura, ataxia, diplopia, confusão mental, desorientação, edema angioneurótico e choque anafilático).
Efeitos musculoesqueléticos: dorsalgia crônica, paralisia muscular, fasciculações, destruição acetabular.
Efeitos neurológicos: aumento da vigília, hemorragia cerebral, síndrome de abstinência, redução da capacidade cognitiva, alucinações, psicose, drogadição (uso prolongado), amnésia, acidente vascular cerebral, encefalite, mioclonia, parestesia.
Efeitos oftalmológicos: retinopatia, infiltrado de córnea, visão borrada, conjuntivite.
Efeitos otorrinolaringológicos: alteração do timbre de voz.
Efeitos renais: insuficiência renal aguda, síndrome nefrótica, nefrotoxicidade, necrose papilar, cistite, disúria, hematúria, nefrite intersticial, oligúria, poliúria, proteinúria, angioedema.
Efeitos respiratórios: dispneia, hiperventilação, taquipneia, edema agudo de pulmões, pneumonite.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Apresentações do medicamento
APRESENTAÇÕES
Trilax® (cafeína 30 mg + carisoprodol 125 mg + diclofenaco sódico 50 mg + paracetamol 300 mg). Embalagem contendo 12 ou 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
Posologia
Como regra geral, a dose mínima diária recomendada é de um comprimido a cada 12 horas respeitando-se o máximo de um comprimido tomado a cada 8 horas, portanto, três doses diárias. Deverão ser administradas as mais baixas doses eficazes e, sempre que possível, a duração do tratamento não deverá ultrapassar 10 dias. Tratamentos mais prolongados requerem observações especiais.
Composição
Cada comprimido de Trilax contém:
cafeína .......................................................... 30 mg
carisoprodol ................................................... 125 mg
diclofenaco sódico ......................................... 50 mg
paracetamol .................................................. 300 mg
excipientes q.s.p. .......................................... 1 comprimido
(celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, lactose monoidratada, dióxido de silício, povidona e estearato de magnésio).
Superdose
Os sinais de uma provável superdosagem são: confusão, sonolência, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, falta de apetite, náuseas, vômitos, dor de estômago, pressão baixa, tremores.
Muitos desses efeitos podem ocorrer normalmente e podem não necessitar de atenção médica, porém, em caso de dúvida consulte seu médico. Esses efeitos indesejáveis podem desaparecer durante o tratamento assim que seu organismo se adequar à medicação. Seu médico pode orientá-lo sobre a natureza dos sintomas. O profissional de saúde também será capaz de dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir muitos desses efeitos. Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem.
Intoxicações graves podem cursar com sintomas mais intensos ou outros como convulsões, agitação, incapacidade respiratória, desmaio, alterações do fígado e dos rins, na suspeita de intoxicação grave o paciente deve ser conduzido imediatamente para um hospital para medidas de suporte à vida e monitorização contínua de sinais vitais.
Em caso de suspeita de intoxicação medicamentosa procure imediatamente auxílio médico.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Interação medicamentosa
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Interações relacionadas ao diclofenaco sódico:
Interação medicamento-medicamento — Gravidade: maior
Há aumento do risco de sangramento no uso associado de ardeparina, clovoxamina, dalteparina, desirudina, enoxaparina, escitalopram, famoxetina, flesinoxano, fluoxetina, fluvoxamina, nadroparina, nefazodona, parnaparina, paroxetina, pentoxifilina, reviparina, sertralina, tinzaparina, zimeldina.
Pode ocorrer aumento da toxicidade de algumas medicações como metotrexato, pemetrexede este com risco de mielossupressão, toxicidade renal e gastrintestinal. O uso associado ao tacrolimo pode levar a insuficiência renal aguda.
Gravidade: moderada
O aumento das concentrações plasmáticas de diclofenaco pode ocorrer com uso de voriconazol, assim como ciprofloxacino também pode causar aumento de sua própria concentração plasmática. O uso associado de levofloxacino, norfloxacino ou ofloxacino pode causar aumento do risco de convulsões. O uso associado de anti-hipertensivos da classe dos betabloqueadores (ex: atenolol) e da classe dos inibidores da ECA (ex: captopril e enalapril) podem ter seu efeito anti-hipertensivo diminuído.
A associação com diversos hipoglicemiantes pode levar ao aumento do risco de hipoglicemia. O aumento do risco de desenvolvimento de lesões da mucosa gástrica está associado ao uso de desvenlafaxina, dicumarol, duloxetina, acenocumarol, anisindiona, citalopram, clopidogrel, eptifibatide, milnaciprana, fenindiona, femprocumona, ginkgo, prasugrel, venlafaxina, varfarina e ulmeira.
Diuréticos e antagonistas do sistema renina-angiotensina podem ter sua eficácia reduzida e há risco aumentado de nefrotoxicidade com combinação ao diclofenaco.
A associação do diclofenaco com a ciclosporina pode aumentar a toxicidade da mesma; o uso de digoxina também pode ter aumento de toxicidade. Há risco de intoxicação por lítio em caso de associação. O uso da matricária pode aumentar o risco de eventos adversos; colestipol e colestiramina podem diminuir a biodisponibilidade do diclofenaco.
Gravidade: menor
O aumento do risco de hemorragia gastrointestinal e/ou antagonismo de efeito hipotensor pode ocorrer no uso associado a diversos bloqueadores dos canais de cálcio.
Interação medicamento-exame laboratorial: Quando se faz uso de diclofenaco o teste de sangue oculto nas fezes pode potencialmente dar resultado falso-positivo.
Interações relacionadas ao carisoprodol:
Interação medicamento-medicamento — Gravidade: maior
Há risco potencial de depressão respiratória no uso associado a uma longa lista de depressores do sistema nervoso central (benzodiazepínicos, barbitúricos, opióides, entre outros). Assim como há risco de depressão com uso de Kava.
Interações relacionadas à cafeína:
Interação medicamento-medicamento — Gravidade: moderada
Medicações como ciprofloxacino, equinácea, enoxacino, grepafloxacino, norfloxacino e verapamil podem aumentar a concentração plasmática da cafeína. Associação com clozapina pode aumentar risco de toxicidade (sedação, convulsões e hipotensão). Desogestrel, fenilpropanolamina, ácido pipemídico e terbinafina podem aumentar estimulação do SNC ou concentrações de cafeína, causando ansiedade, irritabilidade, insônia ou aumento da diurese. Associação com teofilina pode aumentar concentrações plasmáticas da mesma.
Gravidade: menor
A cafeína pode reduzir o efeito terapêutico da adenosina e potencialmente reduzir efeito sedativo/ansiolítico de diversos benzodiazepínicos. Pode haver aumento do risco de excitação cardiovascular e cerebral com dissulfiram; metilxantinas podem potencializar efeitos da cafeína.
Interação Medicamento-exame laboratorial: A cafeína pode causar uma falsa redução dos níveis séricos de fenobarbital.
Interações relacionadas ao paracetamol:
Interação medicamento-medicamento — Gravidade: moderada
Zidovudina, carbamazepina, diflunisal e isoniazida em associação com paracetamol apresentam risco de hepatotoxicidade e neutropenia; fenitoína pode aumentar hepatotoxicidade e reduzir eficácia do paracetamol. Associação com varfarina pode aumentar risco de sangramento; acenocumarol pode ter efeito anticoagulante potencializado.
Gravidade: menor
Associação com cloranfenicol pode aumentar toxicidade levando a vômitos, hipotensão e hipotermia.
Interação medicamento-alimento — Gravidade: maior
O consumo de álcool pode aumentar o risco de hepatotoxicidade da medicação.
Interação medicamento-exame laboratorial — Gravidade: moderada
O uso de paracetamol pode levar a alterações de exames como falso aumento dos níveis séricos de ácido úrico e resultado falso-positivo do teste do ácido 5-hidroxindolacético.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue, pois pode aumentar o risco de sangramentos.
Não tome este medicamento por período maior do que está recomendado na bula ou recomendado pelo médico, pois pode causar problemas nos rins, estômago, intestino, coração e vasos sanguíneos. Este produto contém diclofenaco, que pode causar reações alérgicas, como a asma, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.
Não use este medicamento caso tenha problemas no estômago.
Atenção: Este medicamento não deve ser utilizado com outros produtos contendo paracetamol. Não consumir bebidas alcóolicas.
Atenção: contém 71,420 mg de lactose monoidratada. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Gravidez e amamentação
Uso na gravidez
Embora os estudos realizados não tenham evidenciado nenhum efeito teratogênico (dano ao feto), desaconselha-se o uso do Trilax® durante a gravidez e lactação.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Cuidados de armazenamento
Os comprimidos de Trilax® são circulares, brancos a levemente amarelados, biconvexos e com vinco em uma das faces.
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Melhores Ofertas
Cortisonal 10mg/g Creme Dermatológico 20g
R$29,90
Cortisonal 10mg/g Creme Dermatológico 20g
R$29,90
Cortisonal 10mg/g Creme Dermatológico 20g
R$29,90
Histórico de Alteração para a Bula
2025
Nº do expediente
-Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
06/2025Nº do expediente
-Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data de aprovação
06/2025Itens de Bula
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO? DIZERES LEGAISVersões (VP / VPS)
VP 05Apresentações relacionadas
12 e 30 comprimidos04/2021
Nº do expediente
1299832/21-0Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
05/04/2021Nº do expediente
1299832/21-0Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data de aprovação
05/04/2021Itens de Bula
NAVersões (VP / VPS)
VP 04Apresentações relacionadas
12 e 30 comprimidos03/2020
Nº do expediente
0724468201Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
10/03/2020Nº do expediente
0724468201Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data de aprovação
10/03/2020Itens de Bula
Quando não devo usar este medicamento? O que devo saber antes de usar este medicamento?Versões (VP / VPS)
VP 04Apresentações relacionadas
12 e 30 comprimidos02/2019
Nº do expediente
0170647191Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
22/02/2019Nº do expediente
0170647191Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data de aprovação
22/02/2019Itens de Bula
Dizeres LegaisVersões (VP / VPS)
VP 03Apresentações relacionadas
12 e 30 comprimidos04/2015
Nº do expediente
0350358155Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
23/04/2015Nº do expediente
0350358155Assunto
Notificação de alteração de texto de Bula - RDC 60/12Data de aprovação
23/04/2015Itens de Bula
Item I – Identificação do MedicamentoVersões (VP / VPS)
VP 02Apresentações relacionadas
12 e 30 comprimidos09/2014
Nº do expediente
0753310141Assunto
Inclusão inicial de texto de bula – RDC 60/12Data do expediente
09/09/2014Nº do expediente
0753310141Assunto
Inclusão inicial de texto de bula – RDC 60/12Data de aprovação
09/09/2014Itens de Bula
Versão InicialVersões (VP / VPS)
VP 01Apresentações relacionadas
12 e 30 comprimidosDizeres Legais
III) DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registro: 1.0047.0267
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 17/05/2024.
Registrado e Produzido por:
Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda.
Rua Antônio Rasteiro Filho (Marginal PR 445), 1.920 Cambé – PR
CNPJ: 61.286.647/0001-16
Indústria Brasileira
Registrado por:
Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda.
CNPJ
61.286.647/0001-16
Número da Regularização
100470267
Data da Regularização
N/A
Vencimento da Regularização
N/A
AFE
1000472