Ácido Valpróico
Tópicos:
Para que serve
Epilepsia: O ácido valproico é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.
Epilepsia: O valproato de sódio é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.
Como funciona
O ácido valproico é a substância ativa que se dissocia em íon valproato no trato gastrointestinal.
O tratamento com ácido valproico, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.
O valproato de sódio é a substância ativa que é convertida a ácido valproico e este se dissocia em íon valproato no trato gastrointestinal.
O tratamento com valproato de sódio, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.
Contraindicações
ácido valproico é contraindicado para menores de 10 anos de idade.
- Conhecida hipersensibilidade ao ácido valproico ou aos demais componentes da fórmula;
- Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de possuir a Síndrome;
- Doença no fígado ou disfunção no fígado significativa;
- Distúrbios do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de amônia no sangue;
- Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue;
- Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida como hipocarnitinemia não corrigida.
valproato de sódio é contraindicado para menores de 10 anos de idade.
- Conhecida hipersensibilidade ao valproato de sódio ou aos demais componentes da fórmula;
- Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de possuir a Síndrome;
- Doença no fígado ou disfunção no fígado significativa;
- Distúrbios do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de amônia no sangue;
- Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue;
- Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida como hipocarnitinemia não corrigida.
O que devo saber antes de usar
Gerais: recomenda-se fazer a contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento, periodicamente e depois, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.
O ácido valproico pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.
Hepatotoxicidade (toxicidade do fígado)/Disfunção hepática: houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas incluindo distúrbios mitocondriais, como deficiência de carnitina, distúrbios do ciclo da ureia, mutações no gene POLG (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento. Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Pancreatite (inflamação do pâncreas): pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam ácido valproico. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com ácido valproico.
Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial: insuficiência hepática aguda induzida por ácido valproico/valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.
Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado a encefalopatia inexplicável, epilepsia refratária (focal, mioclônica), estado de mal epiléptico na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.
Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária, o ácido valproico deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com ácido valproico para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.
Comportamento e ideação suicida: pacientes tratados com ácido valproico devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.
Interação com antibióticos carbapenêmicos: o uso concomitante de ácido valproico com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.
Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas no sangue): a trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.
Uso em pacientes do sexo masculino com potencial reprodutivo: um estudo observacional retrospectivo sugere um risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças nascidas de homens tratados com ácido valproico nos 3 meses anteriores à concepção em comparação com o risco naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina ou levetiracetam (ver seção de Gravidez).
Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo): foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com ácido valproico e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com ácido valproico devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.
Elevações de amônia sem sintomas são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.
Distúrbios do ciclo da ureia (DCU) e risco de Hiperamonemia: foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com ácido valproico/valproato em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.
Pacientes com risco de hipocarnitinemia (deficiência de carnitina): A administração de ácido valproico/valproato pode desencadear a ocorrência ou agravamento de hipocarnitinemia que pode resultar em hiperamonemia (que pode levar a encefalopatia hiperamonêmica). Outros sintomas como toxicidade hepática, hipoglicemia hipocetótica, miopatia incluindo cardiomiopatia, rabdomiólise e síndrome de Fanconi foram observados, principalmente em pacientes com fatores de risco para hipocarnitinemia ou hipocarnitinemia pré-existente. Pacientes com risco aumentado de hipocarnitinemia quando tratados com ácido valproico/valproato incluem pacientes com distúrbios metabólicos, como distúrbios mitocondriais relacionados à carnitina, deficiência na ingestão nutricional de carnitina, pacientes com menos de 10 anos de idade, uso concomitante de medicamentos conjugados com pivalato ou de outros antiepilépticos.
O médico deve ser informado sobre quaisquer sinais de hiperamonemia, como ataxia, alteração da consciência, vômitos, para investigação adicional. A suplementação de carnitina deve ser considerada quando forem observados sintomas de hipocarnitinemia.
Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC): tem sido relatada associada à terapia com ácido valproico, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e ácido valproico/valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.
Atrofia Cerebral/Cerebelar: houve relatos pós-comercialização de atrofia (reversível e irreversível) cerebral e cerebelar, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon ácido valproico/valproato. Em alguns casos, porém, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Foi observado prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao ácido valproico/valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.
Reações adversas cutâneas graves e Angioedema: reações adversas cutâneas graves (SCARs), também conhecida como síndrome de Stevens Johnson (SJS), necrólise epidérmica tóxica (NET) e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), eritema multiforme e angioedema, foram relatadas em associação com o tratamento com ácido valproico / valproato. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e sintomas de manifestações cutâneas graves e monitorados de perto. Caso sejam observados sinais de SCAR ou angioedema, é necessária uma avaliação imediata e o tratamento deve ser interrompido se o diagnóstico de SCAR ou angioedema for confirmado.
Agravamento das convulsões: assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato. Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.
Produtos contendo estrogênio: O ácido valproico / valproato não reduz a eficácia dos contraceptivos hormonais.
Toxicidade reprodutiva e orientações para mulheres em idade fértil: o ácido valproico/valproato tem alto potencial teratogênico e apresenta risco de malformações congênitas e distúrbios do desenvolvimento do sistema nervoso em crianças expostas durante a gravidez. O medicamento atravessa a barreira placentária. O médico deve avaliar cuidadosamente as pacientes do sexo feminino em idade fértil e discutir planejamento reprodutivo, uso de contracepção eficaz, exclusão de gravidez antes do início do tratamento, revisões anuais e considerar alternativas. Categoria de risco: D.
Atenção: Contém corantes que podem causar reações alérgicas.
Como usar
As cápsulas de ácido valproico deverão ser engolidas inteiras, sem mastigar, para evitar irritação local da boca e garganta.
Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com ácido valproico deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com ácido valproico somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O ácido valproico deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.
EPILEPSIA
Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose deve ser aumentada, pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Em caso de uso conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com ácido valproico ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Se a dose total diária exceder 250 mg, ela deve ser administrada de forma dividida. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.
O ácido valproico é contraindicado durante a gravidez, a menos que não exista tratamento alternativo adequado.
O ácido valproico é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as condições do programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
Interrupção do tratamento: Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões generalizadas, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.
O quadro a seguir é um guia para administração da dose diária inicial de ácido valproico 15 mg/kg/dia considerando a administração a cada 8 horas:
Peso (Kg) Dose total diária (mg) Número de cápsulas 250mg Primeira dose do dia (ex.: 7 horas) Segunda dose do dia (ex.: 15 horas) Terceira dose do dia (ex.: 23 horas)
10-24,9 250 0 0 1
25-39,9 500 1 0 1
40-59,9 750 1 1 1
60-74,9 1000 1 1 2
75-89,9 1250 2 1 2
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Para valproato de sódio (comprimidos revestidos): Os comprimidos de valproato de sódio deverão ser engolidos inteiros, sem mastigar, para evitar irritação local da boca e garganta. Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com valproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. A dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência 15mg/kg/dia). A dose deve ser aumentada de 5 a 10 mg/kg/semana até obtenção da resposta desejada. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia. Se a dose total diária exceder 300 mg ou 500 mg (conforme a prescrição médica), ela deve ser administrada de forma dividida. Não deve ser partido, aberto ou mastigado.
O que fazer se esquecer de tomar
Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.
Não tome duas cápsulas de uma única vez para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Precauções
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com ácido valproico e até 2 semanas após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Não ingerir ácido valproico com bebidas alcoólicas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Reações adversas
A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros.
≥ 1/10 (≥10%) Muito comum
≥ 1/100 e < 1/10 (≥ 1% e < 10%) Comum (frequente)
≥ 1/1.000 e < 1/100 (≥ 0,1% e < 1%) Incomum (infrequente)
≥ 1/10.000 e < 1/1.000 (≥ 0,01% e < 0,1%) Rara
< 1/10.000 (< 0,01%) Muito rara
Não pode ser estimada Desconhecida
Sistemas / Frequência / Reação adversa (selecionado):
Alterações congênitas, hereditárias e genéticas: Más formações congênitas e distúrbios de desenvolvimento – ver item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? (Desconhecida). Porfiria aguda (Desconhecida).
Alterações do sistema sanguíneo e linfático: Comum: Trombocitopenia. Incomum: Anemia, anemia hipocrômica, leucopenia, trombocitopenia púrpura. Desconhecida: Agranulocitose, deficiência de anemia folato, anemia macrocítica, anemia aplástica, falência da medula óssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibição da agregação plaquetária.
Investigações: Comum: Aumento de peso, perda de peso. Incomum: Aumento da alanina aminotransferase, aumento do aspartato aminotransferase, aumento da creatinina sanguínea, diminuição de folato sanguíneo, aumento de lactato desidrogenase sanguíneo, aumento de ureia sanguínea, aumento do nível de droga, anormalidade de testes de função do fígado, diminuição da contagem de glóbulos brancos. Desconhecida: Forma adquirida ou pseudo-anomalia de Pelger-Huet, aumento de bilirrubina sérica, diminuição de carnitina, anormalidade do teste de função da tireoide.
Alteração do sistema nervoso: Muito comum: Sonolência, tremor. Comum: Amnésia, ataxia, tontura, disgeusia, cefaleia, nistagmo, parestesia, alteração da fala. Incomum: Afasia, incoordenação motora, disartria, distonia, encefalopatia, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, convulsão, estupor, discinesia tardia, alteração na visão. Desconhecida: Asteríxis, atrofia cerebelar, atrofia cerebral, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, distúrbio de atenção, deficiência da memória, parkinsonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, sedação.
Alteração gastrointestinal: Muito comum: Náusea. Comum: Dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia, flatulência, vômitos. Incomum: Incontinência anal, alteração anorretal, mau hálito, boca seca, disfagia, eructação, sangramento gengival, glossite, hematêmese, melena, pancreatite, tenesmo retal, hipersecreção salivar.
Alteração nos tecidos e pele: Comum: Alopecia, equimose, prurido, rash cutâneo. Incomum: Acne, dermatite esfoliativa, pele seca, eczema, eritema nodoso, hiperidrose, alteração na unha, petéquias, seborreia. Desconhecida: Vasculite cutânea, síndrome de hipersensibilidade sistêmica a drogas (Síndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica.
Alteração hepatobiliar: Desconhecida: Hepatotoxicidade.
Alteração psiquiátrica: Comum: Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confusão, depressão, insônia, nervosismo, pensamento anormal. Incomum: Agitação, ansiedade, apatia, catatonia, delírio, humor eufórico, alucinação, hostilidade. Desconhecida: Comportamento anormal, agressão, angústia emocional, transtorno de aprendizagem, transtorno psicótico.
(Ver seção 8 completa na bula para lista integral e notas de rodapé explicativas.)
Apresentações do medicamento
Posologia (selecionada da bula):
Cápsula 250 mg (ácido valproico)
Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15 mg/kg/dia). A dose deve ser aumentada, pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Se a dose total diária exceder 250 mg, ela deve ser administrada de forma dividida. O quadro da bula apresenta orientação para administração a cada 8 horas conforme peso corporal (tabela com número de cápsulas 250 mg por dose).
Comprimido revestido 500 mg (valproato de sódio)
Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15 mg/kg/dia). A dose deve ser aumentada, pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Se a dose total diária exceder 300 mg ou 500 mg (conforme a prescrição médica), ela deve ser administrada de forma dividida. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais. Interrupção do tratamento: não descontinuar abruptamente para evitar risco de estado epiléptico.
Composição
Cápsula 250 mg:
Cada cápsula contém:
ácido valproico 250 mg
Excipientes: óleo de milho, óleo de rícino 40 polioxil hidrogenado, gelatina, glicerol, água purificada, dióxido de titânio, amarelo crepúsculo e vermelho allura 129.
Comprimido revestido 500 mg:
Cada comprimido revestido contém:
valproato de sódio 576,20 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico)
Excipientes: celulose microcristalina, dióxido de silício, povidona, talco, estearato de magnésio, acetoftalato de celulose, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, dietilftalato, álcool isopropílico e cloreto de metileno.
Superdose
Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico.
Doses muito altas podem causar alteração de consciência podendo chegar ao coma. Doses de ácido valproico acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, a pessoa deverá ser encaminhada imediatamente para cuidados médicos.
A presença de teor de sódio nas formulações de ácido valproico pode resultar em excesso de sódio no sangue, quando administradas em doses acima do recomendado.
Em caso de superdosagem de ácido valproico / valproato resultando em hiperamonemia, a carnitina pode ser administrada por via intravenosa para tentar normalizar os níveis de amônia.
Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma significante remoção da substância. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão.
Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção do fluxo urinário adequado. O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de elevadas doses de ácido valproico/valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do ácido valproico/valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Interação medicamentosa
Caso esteja tomando alguns dos medicamentos a seguir, informe seu médico antes de iniciar o uso de ácido valproico/valproato. Ele dará a melhor orientação sobre como proceder.
Medicamentos que administrados junto ao ácido valproico/valproato podem alterar sua depuração:
Ritonavir, fenitoína, carbamazepina e fenobarbital (ou primidona): aumentam a depuração do ácido valproico/valproato.
Antidepressivos: pouco efeito na depuração do ácido valproico/valproato.
Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao ácido valproico/valproato, levando a alterações das concentrações do ácido valproico/valproato no sangue:
Ácido acetilsalicílico: a concentração de ácido valproico/valproato no sangue pode aumentar.
Antibióticos carbapenêmicos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redução significante de ácido valproico/valproato no sangue.
Colestiramina: pode levar a uma diminuição nos níveis de ácido valproico/valproato no sangue.
Contraceptivos hormonais contendo estrogênio: pode haver diminuição de ácido valproico/valproato no sangue e aumento das crises epilépticas.
Felbamato: pode levar ao aumento de ácido valproico/valproato no sangue.
Dipirona: pode diminuir os níveis séricos de ácido valproico/valproato quando coadministrado.
Metotrexato: relatos descrevem diminuição significativa dos níveis séricos de ácido valproico/valproato após administração de metotrexato.
Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os níveis de ácido valproico/valproato no sangue.
Rifampicina: pode levar ao aumento de ácido valproico/valproato no sangue.
Medicamentos conjugados com pivalato: administração concomitante não é recomendada devido ao risco de hipocarnitinemia.
Medicamentos com outras interações descritas na bula: amitriptilina/nortriptilina, carbamazepina/carba-epóxido, clonazepam, diazepam, etossuximida, lamotrigina (dose reduzida quando em conjunto), fenobarbital, fenitoína, primidona, propofol (reduzir dose de propofol), nimodipino (aumento até 50%), tolbutamida, canabidiol (aumento de transaminases quando concomitante), topiramato e/ou acetazolamida (associados a risco de hiperamonemia e hipotermia), varfarina (aumentou fração de varfarina), zidovudina (depuração diminuída), quetiapina e clozapina (riscos hematológicos aumentados).
Exame laboratorial: o ácido valproico/valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.
Gravidez e amamentação
Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes: o ácido valproico/valproato tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso.
Verificou-se que o ácido valproico/valproato atravessa a barreira placentária.
Seu médico deve assegurar que: avaliação das circunstâncias individuais, avaliação do potencial de gravidez, aconselhamento sobre riscos e métodos contraceptivos, exclusão de gravidez antes do início do tratamento, revisões regulares e discussão de alternativas terapêuticas. Se a paciente engravidar, deve consultar o médico imediatamente para reavaliação do tratamento. Categoria de risco: D.
Risco em neonatos: casos raros de síndrome hemorrágica, hipoglicemia, hipotireoidismo, síndrome de abstinência e outros eventos foram relatados em recém-nascidos de mães que usaram ácido valproico/valproato durante a gravidez.
Lactação: o ácido valproico/valproato é excretado no leite humano (1% a 10% dos níveis sanguíneos maternos). Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães tratadas. A decisão quanto à amamentação deve considerar benefícios e riscos e requer avaliação médica.
Cuidados de armazenamento
Conservar ácido valproico 250 mg, cápsula gelatinosa mole, em temperatura ambiente (15-30ºC) e proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento: O ácido valproico é apresentado sob a forma de cápsula gelatinosa mole, cor laranja claro opaco e laranja escuro opaco, contendo líquido oleoso de coloração amarela, com odor característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Conservar valproato de sódio 500 mg comprimidos revestidos em temperatura ambiente (15-30ºC) e proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. O valproato de sódio é apresentado sob a forma de comprimido revestido amarelo elíptico, biconvexo, liso, contendo núcleo branco a levemente amarelado.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
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Histórico de Alteração para a Bula
06/2026
Nº do expediente
--Assunto
10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
10/06/2026Nº do expediente
1189160/25-2Assunto
10506 – GENÉRICO – Modificação Pós Registro -CLONEData de aprovação
08/09/2025Itens de Bula
VP: Composição 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? VPS: Composição 5. Advertências e PrecauçõesVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
VP/VPS 250 mg X 25 cap11/2025
Nº do expediente
--Assunto
10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
12/11/2025Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP: 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? VPS: 6. Interações medicamentosasVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
VP/VPS 250 mg X 25 cap12/2024
Nº do expediente
1697867/24-3Assunto
10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
12/12/2024Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP: 3. Quando não devo usar este medicamento? 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? 8. Quais os males que este medicamento pode me causar? VPS: 4. Contraindicações 5. Advertências e precauções 9. Reações adversasVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
VP/VPS 250 mg X 25 cap10/2024
Nº do expediente
1397995/24-6Assunto
10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
10/10/2024Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP: 3. Quando não devo usar este medicamento? 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? 6. Como devo usar este medicamento? 8. Quais os males que este medicamento pode me causar? VPS: 4. Contraindicações 5. Advertências e precauções 8. Posologia e modo de usar 9. Reações adversasVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
VP/VPS 250 mg X 25 cap05/2024
Nº do expediente
0580990/24-9Assunto
10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
02/05/2024Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP: 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? VPS: 5. Advertências e precauções 9. Reações adversasVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
VP/VPS 250 mg X 25 cap11/2023
Nº do expediente
1220413/23-2Assunto
10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
07/11/2023Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP: 8. Quais os males que este medicamento pode me causar? VPS: 5. Advertências e precauçõesVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
VP/VPS 250 mg X 25 cap05/2023
Nº do expediente
0445662/23-9Assunto
10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
04/05/2023Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP: 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? VPS: 5. Advertências e precauçõesVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
VP/VPS 250 mg x 25 cap08/2022
Nº do expediente
4628636/22-2Assunto
10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
30/08/2022Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP: 3. Quando não devo usar este medicamento? 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? 8. Quais os males que este medicamento pode me causar? 9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? VPS: 4. Contraindicações 5. Advertências e precauções 6. Interações medicamentosas 9. Reações adversas 10. SuperdoseVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
VP/VPS 250 mg x 25 cap02/2022
Nº do expediente
4231479/22-4Assunto
10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12Data do expediente
25/02/2022Nº do expediente
N/AAssunto
N/AData de aprovação
N/AItens de Bula
VP: 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? VPS: 5. Advertências e precauções 6. Interações medicamentosas 8. Posologia e modo de usarVersões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
VP/VPS 250 mg x 25 capDizeres Legais
Registro: 1.0974.0258
Registrado por:
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
Av. Paulo Ayres, 280 - Taboão da Serra - SP
CEP: 06767-220
CNPJ 49.475.833/0001-06
SAC 0800 724 6522
Produzido por:
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
Rua Solange Aparecida Montan, 49 - Jandira - SP
CEP: 06610-015
Comercializado por:
Biolab Farma Genéricos Ltda.
Pouso Alegre – MG
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA.
Registrado por:
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda
CNPJ
49.475.833/0001-06
Número da Regularização
109740258
Data da Regularização
N/A
Vencimento da Regularização
N/A
AFE
1009744