Abevmy
Tópicos:
Para que serve
Câncer colorretal metastático (CCRm)
Abevmy®, em combinação com quimioterapia à base de fluoropirimidina, é indicado para o tratamento de pacientes com carcinoma metastático do cólon ou do reto.
Câncer de pulmão de não pequenas células localmente avançado, metastático ou recorrente
Abevmy®, em combinação com quimioterapia à base de platina, é indicado para o tratamento de primeira linha de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células, não escamoso, irressecável, localmente avançado, metastático ou recorrente.
Abevmy®, em combinação com erlotinibe, é indicado para o tratamento de primeira linha de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células, não escamoso, irressecável, avançado, metastático ou recorrente com mutações ativadoras de EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico).
Câncer de mama metastático ou localmente recorrente (CMM)
Abevmy®, em combinação com paclitaxel, é indicado para o tratamento em primeira linha de pacientes com câncer de mama localmente recorrente ou metastático que não tenham recebido quimioterapia prévia para doença metastática ou localmente recorrente.
Abevmy®, em combinação com capecitabina, é indicado para o tratamento em primeira linha de pacientes com câncer de mama localmente recorrente ou metastático para os quais o tratamento com outras opções de quimioterapia, incluindo taxanos e antraciclinas, não seja considerado apropriado. Pacientes que tenham recebido regimes de tratamento adjuvante contendo taxanos e antraciclinas nos últimos 12 meses não são elegíveis ao tratamento com Abevmy® em combinação com capecitabina.
Câncer de células renais metastático e/ ou avançado (mRCC)
Abevmy®, em combinação com alfainterferona 2a, é indicado para o tratamento de primeira linha de pacientes com câncer de células renais avançado e/ ou metastático.
Câncer epitelial de ovário, tuba uterina e peritoneal primário
Abevmy®, em combinação com carboplatina e paclitaxel, é indicado para o tratamento de primeira linha de pacientes com câncer epitelial de ovário, tuba uterina e peritoneal primário avançados (FIGO – III B, III C e IV).
Abevmy®, em combinação com carboplatina e gencitabina, é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer epitelial de ovário, tuba uterina e peritoneal primário com primeira recorrência e sensível à platina, sem terapia prévia com bevacizumabe ou outros inibidores de VEGF ou agentes direcionados a receptores de VEGF.
Abevmy®, em combinação com carboplatina e paclitaxel, é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer epitelial primário de ovário, tuba uterina e peritônio, recorrente e sensível à platina.
Abevmy®, em combinação com paclitaxel, topotecana ou doxorrubicina lipossomal peguilada, é indicado para o tratamento de pacientes com câncer epitelial de ovário, tuba uterina e peritoneal primário, recorrentes e resistentes à platina, que não tenham recebido mais do que dois regimes prévios de quimioterapia e que não receberam terapia prévia com bevacizumabe ou outros inibidores de VEGF ou agentes direcionados a receptores de VEGF.
Câncer de colo do útero
Abevmy®, em combinação com paclitaxel e cisplatina ou, alternativamente, paclitaxel e topotecana em pacientes que não podem receber terapia com platina, é indicado para o tratamento de câncer de colo do útero persistente, recorrente ou metastático.
Como funciona
Abevmy® é o nome comercial para bevacizumabe, um anticorpo monoclonal humanizado que age reduzindo a vascularização de tumores. Sem o suprimento de nutrientes que chega por meio dos vasos sanguíneos, o crescimento dos tumores e de suas metástases é inibido.
O medicamento começa a agir logo após sua administração.
Contraindicações
Não utilize Abevmy® se for alérgico a qualquer componente do produto ou a outros produtos que contenham substâncias parecidas com bevacizumabe.
Gravidez e amamentação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
No período pós-comercialização, foram observados casos de anormalidades em fetos de mulheres tratadas com bevacizumabe (Avastin®) isolado ou em combinação com quimioterápicos embriotóxicos já conhecidos (vide item “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Se você for mulher com possibilidade de engravidar, siga rigorosamente as orientações do seu médico, para evitar a gravidez durante o tratamento e durante, pelo menos, seis meses depois da última dose de Abevmy®.
Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres em fase de amamentação.
Não se sabe se bevacizumabe é excretado no leite humano, mas é muito provável que isso ocorra. Por isso, se você estiver amamentando, precisará interromper o aleitamento durante o tratamento e até, pelo menos, seis meses depois da última dose de Abevmy®.
O que devo saber antes de usar
Perfurações gastrintestinais e fístula
Pacientes podem estar sob risco aumentado para desenvolvimento de perfuração gastrintestinal e da vesícula biliar, quando tratados com bevacizumabe. Os pacientes podem ter risco aumentado para o desenvolvimento de fístula (comunicação anormal entre duas regiões do corpo) entre a vagina e qualquer parte do trato gastrintestinal, quando tratados com bevacizumabe.
Radiação prévia é um fator de risco para perfuração gastrintestinal e para fístula gastrintestinal-vaginal nos pacientes tratados com bevacizumabe para câncer de colo do útero persistente, recorrente ou metastático e todos os pacientes com perfuração gastrintestinal e fístula gastrintestinal-vaginal apresentaram histórico de radiação prévia.
Fístula não gastrintestinal
Os pacientes podem ter risco aumentado para o desenvolvimento de fístula, quando tratados com bevacizumabe.
Hemorragia
Pacientes tratados com bevacizumabe apresentam risco aumentado de hemorragia, especialmente hemorragias associadas ao tumor. O bevacizumabe deve ser suspenso em pacientes que apresentarem sangramento durante o tratamento com bevacizumabe e, de acordo com o critério médico será definida sua reintrodução. Hemorragia grave ou fatal, incluindo hemoptise (tosse com sangue), sangramento gastrointestinal, hemorragia do sistema nervoso central, epistaxe (sangramento nasal) e sangramento vaginal ocorrem até 5 vezes mais frequentemente em pacientes recebendo bevacizumabe, em comparação à pacientes recebendo apenas quimioterapia.
Pacientes com metástases no SNC não tratadas foram rotineiramente excluídos dos estudos; monitore sinais e sintomas de sangramento no SNC.
Infecções oculares graves após uso intravítreo (intraocular) não aprovado
Casos individuais e agrupamentos de eventos adversos oculares graves foram relatados após uso intravítreo não aprovado de bevacizumabe, incluindo endoftalmite infecciosa e outras condições inflamatórias oculares, algumas levando à cegueira.
Hemorragia pulmonar / hemoptise
Pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células tratados com bevacizumabe podem ter risco de apresentar hemorragia pulmonar / hemoptise grave e, em alguns casos, fatal.
Hipertensão (pressão alta)
Hipertensão preexistente deve ser adequadamente controlada antes de iniciar o tratamento com bevacizumabe. O monitoramento da pressão arterial é recomendável durante o tratamento. O bevacizumabe deve ser permanentemente interrompido, se a hipertensão não puder ser adequadamente controlada com medicamentos anti-hipertensivos ou se o paciente desenvolver crise hipertensiva ou encefalopatia hipertensiva.
Síndrome da Encefalopatia Posterior Reversível (SEPR)
Houve raros relatos de pacientes tratados com bevacizumabe que desenvolveram sinais e sintomas compatíveis com SEPR.
Tromboembolismo arterial e venoso
Pacientes que recebem bevacizumabe mais quimioterapia com histórico de tromboembolismo arterial, diabetes ou idade acima de 65 anos apresentam risco aumentado. Pacientes sob tratamento podem desenvolver tromboembolismo venoso, incluindo embolia pulmonar.
Insuficiência cardíaca congestiva
Eventos compatíveis com ICC foram relatados; deve-se ter cautela ao tratar pacientes com doença cardiovascular clinicamente significativa.
Neutropenia
Foram observados mais casos de neutropenia, com ou sem febre, e casos de infecção associados à redução de neutrófilos em pacientes tratados com alguns regimes de quimioterapia mielotóxicos associados a bevacizumabe.
Cicatrização
O bevacizumabe pode alterar o processo de cicatrização. Você não deve iniciar o tratamento com bevacizumabe, caso tenha se submetido, nos últimos 28 dias, à cirurgia de grande porte ou se apresenta ferida cirúrgica que não esteja completamente cicatrizada. Raramente pode ocorrer fasciite necrosante.
Proteinúria
Em estudos clínicos, surgiram mais casos de proteinúria em pacientes que receberam bevacizumabe em combinação com quimioterapia. Em caso de síndrome nefrótica, o tratamento com bevacizumabe deve ser permanentemente descontinuado.
Reações de hipersensibilidade, anafilática e relacionadas à infusão
Os pacientes podem ter risco de desenvolver reações à infusão, de hipersensibilidade e anafilático. Observação cuidadosa é recomendada durante e após a administração. Em caso de reação anafilática, a infusão deve ser interrompida.
Insuficiência ovariana / fertilidade
bevacizumabe pode prejudicar a fertilidade feminina. Estratégias de preservação da fertilidade devem ser discutidas com seu médico se você tiver potencial de engravidar.
Contracepção
Em mulheres com potencial para engravidar, devem ser utilizadas medidas contraceptivas adequadas durante o tratamento e por pelo menos 6 meses após a última dose.
Uso geriátrico
Idade acima de 65 anos está associada a risco aumentado de problemas vasculares arteriais durante o tratamento.
Uso pediátrico
A eficácia e segurança em menores de 18 anos não foram estabelecidas. Abevmy® não é aprovado para uso em pacientes abaixo de 18 anos.
Pacientes com funcionamento inadequado do fígado ou dos rins
A eficácia e a segurança não foram estudadas.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas
Não existem evidências de que o tratamento resulte em comprometimento da capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.
Principais interações medicamentosas
Não houve diferenças clinicamente relevantes na depuração de bevacizumabe quando administrado com várias quimioterapias, alfainterferona 2a ou erlotinibe. Combinação com maleato de sunitinibe foi associada a anemia hemolítica microangiopática; a administração concomitante com radioterapia não teve segurança/eficácia estabelecidas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Como usar
Este medicamento é de uso hospitalar e deve ser preparado por um profissional da saúde, de maneira asséptica (livre de microrganismos), misturado com soro fisiológico para infusão intravenosa antes de ser administrado.
Este medicamento deve ser aplicado exclusivamente por profissionais treinados e habilitados para administrá-lo. Seu médico conhece os detalhes da administração e poderá lhe fornecer todas as informações necessárias.
O que fazer se esquecer de tomar
Seu médico saberá quando deverá ser aplicada a próxima dose de Abevmy®.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Reações adversas
O perfil de segurança foi conduzido em pacientes com vários tipos de câncer tratados com Avastin®, predominantemente em combinação com quimioterapia. O perfil de segurança da população clínica de, aproximadamente, 5.200 pacientes é apresentado neste item.
Os eventos adversos mais graves foram:
- Perfurações gastrintestinais;
- Hemorragia, incluindo hemorragia pulmonar / hemoptise, que é mais comum em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células;
- Tromboembolismo arterial.
As análises dos dados de segurança clínica sugerem que a ocorrência de hipertensão e proteinúria durante o tratamento com bevacizumabe (Avastin®) são provavelmente dose dependente. Os eventos adversos mais frequentemente observados incluem hipertensão, fadiga ou astenia, diarreia e dor abdominal.
Reações adversas que ocorreram com diferença ≥ 2%
Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes)
Distúrbios do sangue e do sistema linfático: neutropenia febril, leucopenia, neutropenia e trombocitopenia.
Distúrbios do sistema nervoso: neuropatia sensorial periférica.
Distúrbios vasculares: hipertensão.
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: dispneia, epistaxe e rinite.
Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea, vômito e dor abdominal.
Distúrbios gerais e condições do local de administração: astenia e fadiga.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10%)
Inclui: infecções (sepse, abscesso, celulite), anemia, linfopenia, desidratação, hiponatremia, reações de hipersensibilidade, acidente cerebrovascular, síncope, sonolência, cefaleia, insuficiência cardíaca congestiva, taquicardia supraventricular, tromboembolismo arterial e venoso, embolia pulmonar, perfuração intestinal, obstrução do íleo, fístula reto-vaginal, estomatite, proctalgia, síndrome de eritrodisestesia palmoplantar, fraqueza muscular, mialgia, artralgia, lombalgia, proteinúria, infecção do trato urinário, dor pélvica, dor, letargia e inflamação mucosa.
Reações adversas que ocorreram com diferença ≥ 10%
Inclui: anorexia, hipomagnesemia, hiponatremia, disgeusia, cefaleia, disartria, distúrbios oculares e lacrimejamento aumentado, hipertensão, dispneia, epistaxe, rinite, tosse, obstipação, estomatite, hemorragia retal, diarreia, insuficiência ovariana, dermatite esfoliativa, pele seca, manchas da pele, artralgia, proteinúria, febre, astenia, dor e inflamação do revestimento interno dos sistemas digestório, respiratório e geniturinário, perda de peso e paroníquia.
Perfuração gastrintestinal e fístula
bevacizumabe vem sendo associado a casos graves de perfuração gastrintestinal. Incidência e gravidade variam por indicação; evolução fatal relatada em cerca de um terço dos casos graves.
Hemorragia
Incidência total de eventos hemorrágicos variou de 0,4% a 6,9% em pacientes tratados com bevacizumabe. Hemorragias associadas ao tumor e hemorragias de mucosas como epistaxe foram observadas. Casos de hemorragia pulmonar/hemoptise grave ou maciça foram observados principalmente em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células.
Hipertensão
Incidência variou entre estudos; crise hipertensiva ocorreu em pequena proporção. Geralmente controlada com anti-hipertensivos orais.
Síndrome da Encefalopatia Posterior Reversível
Casos relatados; sintomas geralmente resolvem-se ou melhoram dentro de dias, embora sequelas neurológicas possam ocorrer.
Tromboembolismo
Eventos tromboembólicos arteriais e venosos foram observados com maior frequência em alguns estudos clínicos.
Insuficiência cardíaca congestiva
Relatada em várias indicações, principalmente em pacientes com câncer de mama metastático e fatores de risco como exposição prévia a antraciclinas ou radioterapia torácica.
Cicatrização de feridas
Bevacizumabe pode impactar adversamente a cicatrização; pacientes submetidos à cirurgia de grande porte nos últimos 28 dias antes do início do tratamento foram excluídos em estudos clínicos.
Proteinúria
Relatada numa ampla faixa; recomenda-se exame de proteinúria antes do início da terapia.
Reações de hipersensibilidade e à infusão
Reações anafiláticas e anafilactoides foram notificadas em alguns estudos, mais frequentemente com combinação quimioterápica.
Alterações laboratoriais
Incluem redução de neutrófilos, leucopenia, proteinúria, hiperglicemia, hemoglobina diminuída, hipocalemia, hiponatremia, aumento do tempo de protrombina e INR, e elevações transitórias da creatinina sérica.
Experiência pós-comercialização
Lista de reações identificadas pós-comercialização, incluindo fasciite necrosante, hipersensibilidade, choque anafilático, encefalopatia hipertensiva, SEPR, microangiopatia trombótica renal, perfuração do septo nasal, hipertensão pulmonar, disfonia, úlcera gastrointestinal, perfuração da vesícula biliar, osteonecrose e anomalias fetais, entre outros.
Apresentações do medicamento
Posologia / Dosagem
Câncer colorretal metastático (CCRm)
Tratamento de primeira linha
5 mg/kg a cada 2 semanas quando em combinação com 5‑fluorouracil/leucovorin; 7,5 mg/kg a cada 3 semanas quando em combinação com capecitabina e oxaliplatina.
Tratamento de segunda linha sem utilização prévia de bevacizumabe
10 mg/kg a cada 2 semanas ou 15 mg/kg a cada 3 semanas, conforme esquemas descritos.
Tratamento de segunda linha com utilização prévia de bevacizumabe
5 mg/kg a cada 2 semanas ou 7,5 mg/kg a cada 3 semanas quando em combinação com regimes apropriados.
Câncer de pulmão de não pequenas células
7,5 mg/kg a cada 3 semanas com cisplatina; 15 mg/kg a cada 3 semanas com carboplatina. Até seis ciclos em associação com quimioterapia à base de platina, seguidos de monoterapia até progressão.
Em combinação com erlotinibe
15 mg/kg a cada 3 semanas.
Câncer de mama metastático
10 mg/kg a cada 2 semanas ou 15 mg/kg a cada 3 semanas.
Câncer de células renais metastático / avançado
10 mg/kg a cada 2 semanas.
Câncer epitelial de ovário, tuba uterina e peritônio
15 mg/kg a cada 3 semanas em regimes descritos (primeira linha, recorrente platino-sensível e alternativas conforme texto).
Câncer de colo do útero
15 mg/kg a cada 3 semanas em associação com regimes quimioterápicos apropriados.
Instruções especiais
Uso pediátrico: consulte item correspondente. Insuficiência renal ou hepática: vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”. Uso geriátrico: sem recomendações especiais.
Siga a orientação de seu médico; não interrompa o tratamento sem seu conhecimento.
Composição
Cada frasco-ampola de 4 mL de Abevmy® 100 mg contém:
Princípio ativo: bevacizumabe (anticorpo monoclonal anti-VEGF humanizado).........100 mg (25 mg/mL).
Excipientes: trealose di-hidratada, fosfato de sódio monobásico di-hidratado, fosfato de sódio dibásico, polissorbato 20, hidróxido de sódio, ácido fosfórico, nitrogênio e água para injetáveis.
Cada frasco-ampola de 16 mL de Abevmy® 400 mg contém:
Princípio ativo: bevacizumabe (anticorpo monoclonal anti-VEGF humanizado)..........400 mg (25 mg/mL).
Excipientes: trealose di-hidratada, fosfato de sódio monobásico di-hidratado, fosfato de sódio dibásico, polissorbato 20, hidróxido de sódio, ácido fosfórico, nitrogênio e água para injetáveis.
Superdose
É pouco provável que você receba dose excessiva de Abevmy®. Se isso acontecer, os principais sintomas corresponderão às reações indesejáveis descritas para o medicamento, que serão reconhecidos por seu médico, que saberá como tratá-los.
A dose mais elevada testada em seres humanos (20 mg/kg de peso corporal, a cada duas semanas, por via intravenosa) foi associada com enxaqueca intensa em vários pacientes.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Interação medicamentosa
Principais interações medicamentosas
Não houve diferenças clinicamente relevantes nem estatisticamente significantes na depuração de bevacizumabe em pacientes que receberam bevacizumabe em combinação com alfainterferona 2a, erlotinibe ou quimioterapias (IFL, 5-FU/LV, carboplatina-paclitaxel, capecitabina, doxorrubicina ou cisplatina / gencitabina), quando comparado a pacientes que receberam monoterapia de bevacizumabe.
Resultados de estudos de interação medicamentosa demonstraram que bevacizumabe não altera de forma significativa a farmacocinética da alfainterferona 2a, erlonitibe (e seu metabólito ativo), do irinotecano (e seu metabólito), da capecitabina, da oxaliplatina e da cisplatina.
Não foi possível estabelecer uma conclusão sobre o impacto de bevacizumabe na farmacocinética da gencitabina.
Combinação de bevacizumabe com maleato de sunitinibe
Em dois estudos clínicos de carcinoma de células renais metastático, foi relatada anemia hemolítica microangiopática (AHMA) em sete dos 19 pacientes tratados com bevacizumabe (10 mg/kg, a cada duas semanas), em combinação com maleato de sunitinibe (50 mg por dia). Todos os achados foram reversíveis com a descontinuação de bevacizumabe e maleato de sunitinibe.
Radioterapia
A segurança e a eficácia da administração concomitante da radioterapia e bevacizumabe não foram estabelecidas.
Até o momento, não há informações de que bevacizumabe possa causar doping. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Gravidez e amamentação
Gravidez e amamentação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
No período pós-comercialização, foram observados casos de anormalidades em fetos de mulheres tratadas com bevacizumabe (Avastin®) isolado ou em combinação com quimioterápicos embriotóxicos já conhecidos.
Se você for mulher com possibilidade de engravidar, siga rigorosamente as orientações do seu médico, para evitar a gravidez durante o tratamento e durante, pelo menos, seis meses depois da última dose de Abevmy®.
Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres em fase de amamentação.
Não se sabe se bevacizumabe é excretado no leite humano, mas é muito provável que isso ocorra. Por isso, se você estiver amamentando, precisará interromper o aleitamento durante o tratamento e até, pelo menos, seis meses depois da última dose de Abevmy®.
Cuidados de armazenamento
Antes de aberto, Abevmy® deve ser mantido em refrigerador, em temperaturas de 2 a 8 ºC, protegido da luz até o momento da utilização. O profissional da saúde saberá como armazenar o medicamento depois de aberto.
NÃO CONGELAR. NÃO AGITAR.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Abevmy® em seu frasco-ampola original é um líquido estéril incolor ou de coloração levemente castanho-clara.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Descarte de medicamentos não utilizados e/ ou com data de validade vencida
O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
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Histórico de Alteração para a Bula
01/2025
Nº do expediente
1540536/24-6Assunto
11201 - PRODUTO BIOLÓGICO - Solicitação de Transferência de Titularidade de Registro (operação comercial)Data do expediente
08/11/2024Nº do expediente
0303461/24-1Assunto
10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário RDC 60/12Data de aprovação
26/05/2025Itens de Bula
VP: 5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?; Dizeres legais; Exclusão da grafia Tall Man Letting em toda a bula; Adequação à RDC 768/2022: - Atualização das frases de restrição. VPS: Dizeres legais; Exclusão da grafia Tall Man Letting em toda a bula; Adequação à RDC 768/2022: - Atualização das frases de restrição.Versões (VP / VPS)
VP / VPSApresentações relacionadas
25MG/ML SOL DIL INFUS IV CT FA VD TRANS X 4ML 25MG/ML SOL DIL INFUS IV CT FA VD TRANS X 16ML03/2024
Nº do expediente
0303461/24-1Assunto
10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário RDC 60/12Data do expediente
12/03/2024Nº do expediente
0948919/23-0Assunto
11201 - PRODUTO BIOLÓGICO - Solicitação de Transferência de Titularidade de Registro (operação comercial)Data de aprovação
06/09/2023Itens de Bula
III - DIZERES LEGAIS: Adequação à RDC 768/2022: - Atualização das frases de alerta. Adequação à IN 199/2022: Adoção da técnica Tall Man Lettering para insumo ativo BEVACizumabe.Versões (VP / VPS)
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25MG/ML SOL DIL INFUS IV CT FA VD TRANS X 4ML 25MG/ML SOL DIL INFUS IV CT FA VD TRANS X 16ML07/2023
Nº do expediente
0753152/23-1Assunto
10463 - PRODUTO BIOLÓGICO - Inclusão Inicial de Texto de Bula – publicação no Bulário RDC 60/12Data do expediente
20/07/2023Nº do expediente
2120973/20-1Assunto
10369-PRODUTO BIOLÓGICO - Registro de Produto pela Via de Desenvolvimento por ComparabilidadeData de aprovação
02/07/2020Itens de Bula
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25MG/ML SOL DIL INFUS IV CT FA VD TRANS X 4ML 25MG/ML SOL DIL INFUS IV CT FA VD TRANS X 16MLDizeres Legais
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.1664.0001
Farm.Resp.: Kelly C. Kociko - CRF-ES: 10.281
Produzido por:
Biocon Biologics Limited
Block No. B1, B2, B3, Q13 Of Q1 And W20 and Unit S18, 1st Floor, Block B4, Special Economic Zone, Plot No. 2, 3, 4, & 5, Phase Iv, Bommasandra-jigani Link Road, Bommasandra Post, Bengaluru -560 099 – Índia.
Importado e Registrado por:
Biocon Biologics do Brasil Ltda.
Av. Talma Rodrigues Ribeiro, n° 147, Galpão 02 sala 60 MOD A/B/C/D/E - Portal de Jacaraípe Serra / ES – Brasil.
CNPJ: 38.108.988/0001-80.
0800 8914 130
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
USO SOB PRESCRIÇÃO.
VENDA PROIBIDA AO COMÉRCIO.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 27/01/2025.
Registrado por:
BIOCON BIOLOGICS DO BRASIL LTDA
CNPJ
38.108.988/0001-80
Número da Regularização
116640001
Data da Regularização
N/A
Vencimento da Regularização
N/A
AFE
N/A