Furosemida
Tópicos:
Para que serve
Este medicamento é destinado ao tratamento da de hipertensão arterial de leve a moderada, edema (inchaço) devido a distúrbios do coração, do fígado e dos rins e edema (inchaço) devido a queimaduras.
Como funciona
Furosemida comprimidos apresenta efeito diurético (promove a excreção da urina) e anti-hipertensivo (auxilia no tratamento da pressão alta). O início da ação ocorre cerca de 60 minutos após a administração do produto.
Contraindicações
- Furosemida comprimidos não deve ser usado em pacientes com:
- Insuficiência dos rins com anúria (parada total da eliminação de urina);
- Pré-coma e coma devido a problemas associados com encefalopatia do fígado (disfunção do sistema nervoso central em associação com falência do fígado);
- Hipopotassemia severa (redução nos níveis de potássio no sangue) – vide item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”;
- Hiponatremia severa (redução nos níveis de sódio no sangue);
- Desidratação ou hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos), com ou sem queda da pressão sanguínea;
- Alergia a furosemida, às sulfonamidas ou a qualquer componente da fórmula.
Este medicamento é contraindicado para uso por lactantes.
Não há contraindicação relativa a faixas etárias.
O que devo saber antes de usar
Advertências e precauções
O fluxo urinário deve ser sempre assegurado.
Em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário (exemplo, em pacientes com alterações de esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou estreitamento da uretra), a produção aumentada de urina pode provocar ou agravar a doença. Deste modo, estes pacientes necessitam de monitorização cuidadosa, especialmente durante a fase inicial do tratamento.
O tratamento com furosemida requer uma supervisão médica regular. Uma cuidadosa vigilância se faz necessária principalmente em pacientes com:
- Hipotensão (pressão baixa) ou com risco particular de pronunciada queda da pressão arterial (exemplo, pacientes com estenoses significativas das artérias coronárias ou das artérias que suprem o cérebro);
- Diabetes mellitus latente ou manifesta: recomenda-se controle regular dos níveis de açúcar no sangue;
- Gota (doença caracterizada pela deposição de cristais de ácido úrico junto a articulações e em outros órgãos) ou hiperuricemia (aumento do ácido úrico no sangue): recomenda-se controle regular do ácido úrico;
- Insuficiência dos rins associada à doença severa do fígado (síndrome hepatorrenal);
- Hipoproteinemia (baixos índices de proteínas do sangue), por exemplo, associada à síndrome nefrótica (o efeito da furosemida pode estar diminuído e sua ototoxicidade potencializada). É recomendada a titulação cuidadosa das doses de furosemida.
Durante tratamento com furosemida, é geralmente recomendada a monitorização regular dos níveis de sódio, potássio e creatinina no sangue; é necessário monitorização particularmente cuidadosa em casos de pacientes com alto risco de desenvolvimento de alterações dessas substâncias ou em caso de perda adicional significativa de fluidos (exemplo, devido a vômito, diarreia ou suor intenso). Hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos) ou desidratação, bem como qualquer alteração significativa eletrolítica ou ácido-base, devem ser corrigidas. Isto pode requerer a descontinuação temporária do medicamento.
Existe a possibilidade de agravar ou iniciar manifestação de lúpus eritematoso sistêmico (doença que apresenta manifestações na pele, no coração, nos rins, nas articulações, entre outras).
Gravidez e amamentação
A furosemida atravessa a barreira placentária. Portanto, não deve ser administrada durante a gravidez – a menos que estritamente indicada e por curtos períodos de tempo. O tratamento durante a gravidez requer controle periódico do crescimento fetal.
No período da amamentação, quando o uso de furosemida for considerado necessário, deve ser lembrado que a furosemida passa para o leite e inibe a lactação. É aconselhável interromper a amamentação durante o uso de furosemida.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Populações especiais
Pacientes idosos
Em pacientes idosos, a eliminação de furosemida é diminuída devido à redução na função dos rins. A ação diurética da furosemida pode levar ou contribuir para hipovolemia e desidratação, especialmente em pacientes idosos. A diminuição grave de fluidos pode levar à hemoconcentração (concentração do sangue com aumento da sua densidade e viscosidade) com tendência ao desenvolvimento de tromboses (formação, desenvolvimento ou presença de um trombo ou coágulo no interior de um vaso sanguíneo).
Crianças
Controle cuidadoso é necessário em crianças prematuras pela possibilidade de desenvolvimento de nefrolitíase (formação de pedra nos rins) e nefrocalcinose (deposição de sais de cálcio nos tecidos dos rins). Nestes casos, a função dos rins deverá ser controlada e uma ultrassonografia deverá ser realizada. Caso a furosemida seja administrada a crianças prematuras durante as primeiras semanas de vida, pode aumentar o risco de persistência de ducto de Botallo (persistência do canal arterial, um tipo de malformação cardíaca congênita).
Alterações na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas
Alguns efeitos adversos (exemplo, queda acentuada indesejável da pressão sanguínea) podem prejudicar a capacidade em se concentrar e reagir e, portanto, constituem um risco em situações em que suas habilidades são especialmente importantes, como dirigir ou operar máquinas.
Sensibilidade cruzada
Pacientes hipersensíveis (alérgicos) a antibióticos do tipo sulfonamidas ou sulfonilureias podem apresentar sensibilidade cruzada com o medicamento.
Este medicamento pode causar doping.
Como usar
Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral e com o estômago vazio.
É vantajoso tomar a dose diária de uma só vez, escolhendo-se o horário mais prático, de tal forma que não interfira no seu ritmo normal de vida, pela rapidez da diurese (desejo de urinar).
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
O que fazer se esquecer de tomar
Caso se esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Precauções
Advertências e precauções (resumo)
O fluxo urinário deve ser sempre assegurado.
Em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário (exemplo, em pacientes com alterações de esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou estreitamento da uretra), a produção aumentada de urina pode provocar ou agravar a doença. Deste modo, estes pacientes necessitam de monitorização cuidadosa, especialmente durante a fase inicial do tratamento.
O tratamento com furosemida requer uma supervisão médica regular. Uma cuidadosa vigilância se faz necessária principalmente em pacientes com:
- Hipotensão (pressão baixa) ou com risco particular de pronunciada queda da pressão arterial (exemplo, pacientes com estenoses significativas das artérias coronárias ou das artérias que suprem o cérebro);
- Diabetes mellitus latente ou manifesta: recomenda-se controle regular dos níveis de açúcar no sangue;
- Gota ou hiperuricemia: recomenda-se controle regular do ácido úrico;
- Insuficiência dos rins associada à doença severa do fígado (síndrome hepatorrenal);
- Hipoproteinemia (ex.: síndrome nefrótica): o efeito da furosemida pode estar diminuído e sua ototoxicidade potencializada.
Durante tratamento com furosemida, é geralmente recomendada a monitorização regular dos níveis de sódio, potássio e creatinina no sangue; é necessário monitorização particularmente cuidadosa em casos de pacientes com alto risco de desenvolvimento de alterações dessas substâncias ou em caso de perda adicional significativa de fluidos (exemplo, devido a vômito, diarreia ou suor intenso). Hipovolemia ou desidratação, bem como qualquer alteração significativa eletrolítica ou ácido-base, devem ser corrigidas.
Existe a possibilidade de agravar ou iniciar manifestação de lúpus eritematoso sistêmico.
Reações adversas
A seguinte taxa de frequência é utilizada, quando aplicável:
- Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Desconhecidas: não podem ser estimadas a partir dos dados disponíveis.
Distúrbios metabólico e nutricional
Muito comuns: distúrbios eletrolíticos, incluindo sintomáticos, desidratação e hipovolemia, especialmente em pacientes idosos, aumento nos níveis de creatinina e triglicérides no sangue.
Comuns: hiponatremia, hipocloremia, hipopotassemia, aumento nos níveis de colesterol e ácido úrico no sangue, crises de gota e aumento no volume urinário.
Incomum: tolerância à glicose diminuída; o diabetes mellitus latente pode se manifestar.
Desconhecidas: hipocalcemia, hipomagnesemia, aumento nos níveis de ureia no sangue e alcalose metabólica, síndrome de Bartter no contexto de uso inadequado e/ou a longo prazo da furosemida.
Distúrbios vasculares
Muito comum (para infusão intravenosa): hipotensão incluindo hipotensão ortostática.
Rara: vasculite.
Desconhecida: trombose.
Distúrbios nos rins e urinário
Comum: aumento no volume urinário.
Rara: nefrite tubulointersticial.
Desconhecidas: aumento nos níveis de sódio e cloreto na urina, retenção urinária; nefrocalcinose/nefrolitíase em crianças prematuras e falência renal.
Distúrbios gastrintestinais
Incomum: náuseas.
Raras: vômitos e diarreia.
Muito rara: pancreatite aguda.
Distúrbios hepatobiliares
Muito raros: colestase e aumento nas transaminases.
Distúrbios auditivos e do labirinto
Incomuns: alterações na audição, embora geralmente de caráter transitório; casos de surdez, algumas vezes irreversível, foram reportados após administração oral ou IV de furosemida.
Muito rara: tinido (zumbido no ouvido).
Distúrbios no tecido subcutâneo e pele
Incomuns: prurido, urticária, rash, dermatite bolhosa, eritema multiforme, penfigoide, dermatite esfoliativa, púrpura, reações de fotossensibilidade.
Desconhecidas: síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, PEGA, DRESS e reações liquenoides.
Distúrbios do sistema imune
Raras: reações anafiláticas ou anafilactoides severas.
Desconhecida: agravamento ou início de manifestação de lúpus eritematoso sistêmico.
Distúrbios do sistema nervoso
Rara: parestesia.
Comum: encefalopatia hepática em pacientes com insuficiência na função do fígado.
Desconhecidas: vertigem, desmaio ou perda de consciência e cefaleia.
Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo
Comum: hemoconcentração.
Incomum: trombocitopenia.
Raras: leucopenia e eosinofilia.
Muito raras: agranulocitose, anemia aplástica ou anemia hemolítica.
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Desconhecidas: casos de rabdomiólise foram relatados, muitas vezes na situação de hipopotassemia severa.
Distúrbios congênito e genético/familiar
Desconhecidas: risco aumentado de persistência do ducto arterioso quando furosemida for administrada a crianças prematuras durante as primeiras semanas de vida.
Distúrbios gerais
Rara: febre.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Apresentações do medicamento
Posologia
A dose deve ser a menor possível para atingir o efeito desejado. A menos que seja prescrito de modo diferente, recomenda-se o seguinte esquema:
Adultos
O tratamento geralmente é iniciado com 20 mg a 80 mg por dia. A dose de manutenção é de 20 mg a 40 mg por dia.
A dose máxima depende da resposta do paciente. A duração do tratamento é determinada pelo médico.
Crianças
Se possível, a furosemida deve ser administrada por via oral para lactentes e crianças abaixo de 15 anos de idade.
A posologia recomendada é de 2 mg/kg de peso corporal, até um máximo de 40 mg por dia. A duração do tratamento é determinada pelo médico.
Não há estudos dos efeitos de furosemida administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.
Composição
Cada comprimido contém:
- furosemida 40 mg
Excipientes: lactose monoidratada, povidona, amido, talco e estearato de magnésio.
Superdose
Sintomas
O quadro clínico da superdose aguda e crônica com furosemida depende fundamentalmente da extensão e consequências da perda de eletrólitos e fluidos como, por exemplo, hipovolemia, desidratação, hemoconcentração, arritmias cardíacas. Os sintomas destas alterações incluem queda severa da pressão sanguínea (progredindo para choque), insuficiência aguda dos rins, trombose, estado de delírio, paralisia flácida, apatia e confusão.
Tratamento
Não se conhece antídoto específico para a furosemida. Caso a ingestão tenha acabado de ocorrer, deve-se tentar limitar a posterior absorção sistêmica do princípio ativo através de medidas como lavagem gástrica ou outras com o objetivo de reduzir a absorção (exemplo, carvão ativado).
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Interação medicamentosa
Interações medicamentosas
Medicamento-medicamento
Associações desaconselhadas
Hidrato de cloral: sensação de calor, transpiração, agitação, náusea, aumento da pressão arterial e taquicardia podem ocorrer em casos isolados após a administração intravenosa da furosemida dentro das 24 horas da ingestão de hidrato de cloral. Portanto, não é recomendado o uso concomitante de furosemida e hidrato de cloral.
Antibióticos aminoglicosídeos e outros medicamentos ototóxicos: a furosemida pode potencializar a ototoxicidade causada por estes fármacos; esta combinação deve ser restrita à indicação médica.
Precauções de uso
Cisplatina: existe risco de toxicidade ao ouvido quando há administração concomitante de cisplatina e furosemida. A toxicidade renal da cisplatina pode ser aumentada caso a furosemida não seja administrada em baixas doses e com balanço de fluidos positivo quando utilizada para diurese forçada.
Sucralfato: a administração concomitante de furosemida por via oral e sucralfato deve ser evitada, pois o sucralfato reduz a absorção intestinal da furosemida. Aguardar pelo menos 2 horas entre as administrações.
Sais de lítio: a furosemida diminui a excreção de sais de lítio e pode aumentar os níveis sanguíneos de lítio; recomenda-se monitorização dos níveis de lítio.
Medicamentos que inibem a ECA: pacientes em diuréticos podem sofrer queda acentuada da pressão arterial e prejuízo renal quando um inibidor da ECA ou antagonista do receptor de angiotensina II for iniciado ou tiver dose aumentada; considere reduzir ou interromper temporariamente a furosemida.
Risperidona: cautela; foi observado aumento de mortalidade em pacientes idosos com demência tratados com furosemida mais risperidona.
Levotiroxina: altas doses de furosemida podem alterar temporariamente os níveis de hormônio tireoidiano; monitorizar.
Associações a considerar
AINEs (incluindo ácido acetilsalicílico) podem diminuir a ação da furosemida e, em pacientes desidratados, causar diminuição aguda da função renal. Fenitoína pode diminuir o efeito da furosemida. Alisquireno reduz a concentração plasmática de furosemida administrada oralmente. Fármacos tóxicos aos rins podem ter seus efeitos potencializados pela furosemida.
Corticosteroides, carbenoxolona, alcaçuz e uso prolongado de laxantes podem aumentar o risco de hipopotassemia.
Outros medicamentos (digitálicos, fármacos que prolongam o intervalo QT) podem ter toxicidade aumentada por alterações eletrolíticas induzidas pela furosemida.
Probenecida, metotrexato e outros secretados por via tubular renal podem reduzir o efeito da furosemida; reciprocamente, a furosemida pode diminuir a eliminação renal destes fármacos.
Antidiabéticos e simpatomiméticos podem ter efeito reduzido quando administrados com furosemida. Teofilina ou relaxantes musculares do tipo curare podem ter seus efeitos aumentados.
Cefalosporinas em altas doses podem estar associadas a insuficiência renal em uso concomitante com furosemida. Ciclosporina A com furosemida está associada com aumento do risco de artrite gotosa.
Pacientes de alto risco para nefropatia por radiocontraste tratados com furosemida demonstraram maior incidência de deteriorização da função renal após radiocontraste.
Medicamento-alimento
Pode ocorrer alteração da absorção de furosemida quando administrada com alimentos; recomenda-se tomar com o estômago vazio.
Medicamento-exame laboratorial
Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de furosemida em exames laboratoriais.
Atenção: Contém lactose e não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Gravidez e amamentação
Gravidez e amamentação
A furosemida atravessa a barreira placentária. Portanto, não deve ser administrada durante a gravidez – a menos que estritamente indicada e por curtos períodos de tempo. O tratamento durante a gravidez requer controle periódico do crescimento fetal.
No período da amamentação, quando o uso de furosemida for considerado necessário, deve ser lembrado que a furosemida passa para o leite e inibe a lactação. É aconselhável interromper a amamentação durante o uso de furosemida.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Cuidados de armazenamento
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: comprimidos circulares brancos, biplanos e com vinco em um dos lados.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
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Histórico de Alteração para a Bula
01/2025
Nº do expediente
NAAssunto
10452 – GENÉRICO – Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no bulário - RDC 60/12Data do expediente
23/01/2025Nº do expediente
NAAssunto
NAData de aprovação
NAItens de Bula
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO? DIZERES LEGAIS 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES 7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTOVersões (VP / VPS)
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Nº do expediente
1339204/22-3Assunto
10452 – GENÉRICO – Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no bulário - RDC 60/12Data do expediente
23/03/2022Nº do expediente
NAAssunto
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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSASVersões (VP / VPS)
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Comprimidos 40 mg07/2021
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10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12Data do expediente
30/07/2021Nº do expediente
NAAssunto
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9. REAÇÕES ADVERSASVersões (VP / VPS)
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10452 - GENÉRICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12Data do expediente
20/01/2020Nº do expediente
NAAssunto
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3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?Versões (VP / VPS)
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16/05/2019Nº do expediente
NAAssunto
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III– DIZERES LEGAIS 9. REAÇÕES ADVERSASVersões (VP / VPS)
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8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? 9. REAÇÕES ADVERSASVersões (VP / VPS)
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28/07/2016Nº do expediente
NAAssunto
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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES 9. REAÇÕES ADVERSASVersões (VP / VPS)
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09/06/2015Nº do expediente
NAAssunto
NAData de aprovação
NAItens de Bula
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?Versões (VP / VPS)
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11/12/2013Nº do expediente
NAAssunto
NAData de aprovação
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INCLUSÃO INICIAL DE TEXTO DE BULA CONFORME PUBLICAÇÃO DO MEDICAMENTO REFERÊNCIAVersões (VP / VPS)
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Comprimidos 40 mgDizeres Legais
III- DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0582
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
São Paulo - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A
CNPJ
60.659.463/0029-92
Número da Regularização
105730582
Data da Regularização
N/A
Vencimento da Regularização
N/A
AFE
1005739